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Terça-feira, Maio 11, 2021

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Chuva e vento forte levam Proteção Civil a aconselhar medidas de auto-proteção

Desobstruir os sistemas de escoamento das águas da chuva, retirar objetos que possam ser arrastados ou dificultem a passagem das águas e adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a neve e  “lençóis” de água nas vias, são algumas das recomendação da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) na sequência das previsões meteorológicas feitas pelo Instituto Português da Mar e da Atmosfera (IPMA).

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Segundo o IPMA, “prevê-se para os próximos dias um agravamento das condições meteorológicas, nomeadamente precipitação forte, trovoada, intensificação do vento com possibilidade de registo de fenómenos extremos, e agravamento da agitação marítima em toda a costa”, lê-se num comunicado enviado pela Proteção Civil.

O Instituto do Mar e da Atmosfera sublinha que “a precipitação forte e persistente em todo o território será a partir da madrugada do dia 9 e previsivelmente até domingo, 11 de março, em especial no Minho e Douro Litoral, podendo abranger também os distritos de Vila Real, Viseu e Aveiro”.

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O comunicado refere ainda que está previsto “vento moderado a forte (até 55 km/h) do quadrante sul, com rajadas até 85 km/h, no litoral, e de até 110 km/h, nas terras altas. Possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de vento, mais prováveis a Sul”.

“A agitação marítima de sudoeste em toda a costa, com altura da onda a chegar aos 4-5 metros, a partir das 18h00 de sexta-feira, dia 9. No domingo, dia 11, prevê-se o agravamento do estado do mar com ondas a ultrapassarem os sete metros na costa ocidental e picos máximos de até 14 metros”, lê-se no documento.

Perante estas condições meteorológicas, a ANPC alerta para algumas situações expectáveis: “o piso rodoviário poder estar escorregadio e, eventualmente, formarem-se lençóis de água e gelo”. Há também a “possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem e de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas mais vulneráveis”.

Poderão ocorrer também, segundo a ANPC, “danos em estruturas montadas ou suspensas e possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte”.

No comunicado a ANPC alerta ainda para “possíveis acidentes na orla costeira e fenómenos geomorfológicos causados por instabilidade de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência”.

Estas possíveis situações levaram a ANPC a aconselhar a adopção de medidas de auto-proteção, nomeadamente “não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas, garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas e ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte”.

Para o litoral, a ANPC aconselha a “ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas, historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais”.

A ANPC aconselha a população a seguir os Avisos do IPMA e os Alertas da Proteção Civil.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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