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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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CHMT: Unidade de Abrantes reabre novo refeitório

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), composto pelos hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, anunciou hoje a reabertura do refeitório da unidade hospitalar de Abrantes, “uma área digna, confortável e que concretiza o que se espera de um espaço de refeições”, e depois de vários anos em “condições desadequadas”.

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Em nota de imprensa, o CHMT refere que a obra resulta de um protocolo assinado entre o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo e a Liga de Amigos da Unidade hospitalar de Abrantes.

Nesta reabertura, assinalada com um almoço oferecido aos funcionários do CHMT, Carlos Andrade, presidente do CA, destacou, segundo a mesma nota, “a falta de condições físicas e estruturais do refeitório, que iam para além do seu ponto crítico”, como o facto determinante para que se iniciassem as obras.

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A intervenção realizada transformou o local tornando-o “digno, aprazível e confortável para acolher todos os profissionais no seu momento de pausa para a refeição”, sublinhou Carlos Andrade.

Luís Fernandes, presidente da Liga de Amigos da Unidade hospitalar de Abrantes, parceiro desta iniciativa, agradeceu a disponibilidade e colaboração por parte do Conselho de Administração neste, como em outros projectos, manifestando a disponibilidade da Liga para futuras cooperações com o CHMT.

A esta prioridade juntou-se a vontade da Liga de Amigos da Unidade hospitalar de Abrantes de doação das referidas obras, com exceção do sistema de AVAC e Elétrico e o Sistema de deteção e sinalização de emergência, cuja responsabilidade de realização foi do Centro Hospitalar do Médio Tejo, E.P., conclui a missiva.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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