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Sábado, Julho 24, 2021

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“Cheias no Tejo em maio derivam de razões economicistas” – Fernando Freire /C/VIDEO)

Após o alerta emitido na segunda-feira pela Autoridade Nacional Proteção Civil (CDOS) de Santarém para a ocorrência de episódios de cheias nas margens do rio Tejo em diversos concelhos do distrito, o mediotejo.net falou com Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha sobre esta situação pouco previsível nesta altura do ano e confirmou a subida das águas. Há cerca de 50 anos que não se falava de cheias em pleno mês de maio.

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O presidente da autarquia reforçou as críticas à gestão das centrais hidroelétricas portuguesas e espanholas, que responsabiliza por esta situação, ao deixarem as barragens atingirem cotas entre os 95% e os 100%.

A cota máxima foi atingida na manhã de segunda-feira na Barragem do Castelo de Bode e levou à abertura das comportas, resultando na subida das águas que já se notava em alguns pontos do Parque de Escultura Contemporânea Almourol ao final da tarde de ontem

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Para Fernando Freire, esta não se trata de “uma cheia natural” e é consequência “da alta contenção que se fez de água” por uma questão de “economia de mercado, nomeadamente o preço da energia”.

O autarca salienta a urgência em resolver a questão do rio Tejo e apontou as ações realizadas por diversas entidades nos últimos tempos, nomeadamente a associação proTEJO – Movimento pelo Tejo.

O trabalho desenvolvido em conjunto com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo também foi salientado, referindo o III Congresso do Tejo que brevemente levará especialistas nacionais ao concelho com o objetivo de debater “a sustentabilidade do rio Tejo”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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