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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Chamusca | Saída de médica deixa 3.700 utentes sem médico de família

Desde 1 de setembro que só estão ao serviço no centro de saúde da Chamusca três médicos, um dos quais atualmente em gozo de férias. Ou seja, está um médico no centro de vacinação Covid-19 e outro no centro de saúde, conforme revelou o presidente da Câmara, preocupado com o problema, na reunião do dia 31 de agosto.

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No final de agosto, a saída de uma médica para o ACES Médio Tejo fez com que 3.700 utentes ficassem sem médico de família, o que está a gerar grandes dificuldades, por exemplo, no que respeita a receituário.

Isso mesmo é constatado pelo autarca que refere a existência de “um grande volume de espera” que “está a criar grandes constrangimentos, sobretudo nas extensões de saúde”.

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Na reunião de Câmara, Paulo Queimado manifestou a sua preocupação sobre o problema e deu conta dos resultados das reuniões que teve na semana anterior com o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, e com a ARSLVT– Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Segundo o autarca, os responsáveis referiram haver grandes dificuldades no recrutamento de médicos para o interior porque os concursos abertos têm ficado desertos.

Para já há a perspetiva de se conseguir um médico para a extensão de saúde de Ulme a iniciar a meio de setembro, mas apenas a tempo parcial.

Paulo Queimado revelou que estão a ser estabelecidos contactos com médicos para avaliar do seu interesse em vir trabalhar para o concelho da Chamusca, estando a ser estudados alguns incentivos.

A ideia é avançar com um regulamento de apoio à fixação de médicos no concelho que defina as comparticipações do Município a nível de alojamento e transporte, por exemplo, que possam servir de motivação para a transferência, dentro do regime jurídico legal. Aliás o Município já tem disponibilizado habitação, a título provisório, a alguns médicos que trabalham no concelho.   

Numa altura em que o novo centro de saúde está em fase de adjudicação, há a esperança de que as novas instalações possam funcionar como fator de motivação para os médicos quererem vir trabalhar para a Chamusca, tal como aconteceu em alguns concelhos do Alentejo quando foram inaugurados novos centros de saúde, fez notar Paulo Queimado.

Centro de vacinação vai ser desativado

O presidente da Câmara foi informado pelo ACES de que a previsão é que, no final de setembro ou início de outubro, os centros de vacinação sejam desativados. É isso que vai acontecer ao centro que funciona no pavilhão dos bombeiros voluntários da Chamusca.

O autarca referiu que “a vacinação está a andar a bom ritmo”, estando nesta altura 85% da população vacinada, “uma percentagem muito considerável”. As pessoas que não forem vacinadas até essa altura, poderão ser inoculados no centro de saúde.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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