Chamusca | Requalificação urbana avança para concurso público e promete revolucionar a vila

Presidente da Câmara apresenta os projetos previstos. Foto: mediotejo.net

A Câmara Municipal da Chamusca vai avançar com os concursos púbicos para requalificar quatro zonas da vila enquadradas nas Áreas de Regeneração Urbana, um investimento global que ultrapassa os 2 milhões de euros.

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Os projetos foram apresentados pelo presidente da Câmara, Paulo Queimado (PS) na reunião do dia 8 de setembro e aprovados com a abstenção do vereador Rui Rufino (PSD-CDS-MPT).

São muitas as alterações previstas nas quatro zonas abrangidas, desde mudanças no trânsito e estacionamento, substituição da maior parte das árvores, criação de zonas pedonais, instalação de estações de bicicletas, naquilo que promete ser uma autêntica revolução urbanística na vila.

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Mas mais do que embelezar as zonas e melhorar a mobilidade e antes de se avançar para as obras de superfície, está prevista uma intervenção de fundo nas infraestruturas de água, esgotos e eletricidade, conforme anunciou o Presidente Paulo Queimado. Para isso, tem havido contactos, por exemplo, com a empresa Águas do Ribatejo no sentido de melhorar o sistema dos esgotos e acabar com vários problemas como o de haver esgotos pluviais a drenar para esgotos domésticos.

Uma vez que estas obras infraestruturais não são comparticipadas, verifica-se uma grande discrepância entre o valor financiado e o custo real. Para duas das zonas a intervir, está garantido um financiamento de 900 mil euros, mas o valor global previsto para o investimento é de 1 milhão e 834 mil euros.

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São muitas as alterações previstas com o objetivo de melhorar a mobilidade, incentivar a circulação pedonal e desenvolver o comércio: algumas ruas passam a ter sentido único e passa a haver zonas fechadas ao trânsito ao fim de semana.

No largo 25 de Abril o muro que separa o parque municipal vai ser demolido e vai ser criada uma escadaria de ligação do largo ao parque infantil e ao jardim numa lógica de continuidade espacial.

“Pretende-se que as pessoas andem mais a pé”, refere o Presidente da Câmara, para justificar o reordenamento do trânsito e a melhoria no sistema de mobilidade.

Nos passeios vai privilegiar-se a utilização de lajetas em detrimento da tradicional calçada para facilitar a circulação de peões e garantir mais segurança sobretudo aos mais idosos.

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