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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Chamusca | PS quer atingir “o pleno” nas próximas eleições autárquicas (c/áudio e fotos)

Com maioria na Câmara, na Assembleia Municipal e na maior parte das Junta de Freguesia, o Partido Socialista da Chamusca tem como objetivo nas próximas eleições autárquicas atingir “o pleno”, ou seja, conquistar a única freguesia onde não venceu em 2017: a União de Freguesias de Chamusca e Pinheiro Grande.

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Esse desiderato foi definido na apresentação dos candidatos realizada no dia 10, no Miradouro da Srª do Pranto, numa sessão que contou com a presença do Presidente da Federação Distrital, Hugo Costa, de Alexandra Leitão, ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, mas ali em representação do Secretariado Nacional, e da deputada Mara Lagriminha.

Foi ao fim do dia, com o sol no horizonte, num dia de muito calor amenizado pela brisa da Lezíria, que o PS da Chamusca iniciou uma série de sessões públicas de apresentação dos seus candidatos aos órgãos autárquicos do Concelho.

O atual Presidente da Câmara e recandidato a um terceiro e último mandato, Paulo Queimado, começou por dizer que aceitou o desafio “com elevado sentido de responsabilidade” num “momento de grandes dificuldades”. Aproveitou a oportunidade para fazer um balanço do mandato que teve como foco o apoio social e económico tendo em conta as consequências da pandemia.

Para o autarca o objetivo foi “não deixar ninguém para trás” e “proteger a comunidade”, para de seguida elencar a série de apoios atribuídos às empresas, às famílias e às instituições que mais precisavam.

Paulo Queimado está a terminar o seu segundo mandato. Foto: mediotejo.net

Destacou o papel das freguesias enaltecendo o trabalho dos presidentes de junta para quem foram transferidas mais competências.

Depois de referir uma série de projetos a nível do ambiente, do emprego, do empreendedorismo, da educação, da cultura, entre outras áreas, nas quais o executivo apostou no mandato que está a terminar, Paulo Queimado disse estar “empenhado no futuro do concelho”, repetindo o slogan “só valorizando o presente, garantimos o futuro”.

Já a pensar no próximo mandato, revelou as principais áreas em que pretende com a sua equipa apostar e que passam pela coesão social, transição digital, educação, habitação e respostas sociais, entre outras.

O autarca anunciou a implementação do programa de renda acessível que prevê a reabilitação de mais de 20 casas no centro histórico de modo a facilitar o acesso dos jovens ao mercado de arrendamento. Implementar o sistema de transporte a pedido e incentivar a participação dos cidadãos foram outros dos objetivos apontados.

A terminar a sua intervenção, Paulo Queimado chamou para junto de si, os restantes elementos da lista para a Câmara: Cláudia Moreira, Rui Ferreira (atuais Vice-Presidente e Vereador, respetivamente), Joel Marques, Márcia Rosa, Manuel Romão, Sílvia Lopes, Júlio Santos, Sónia Ferreira e Raquel Hipólito.

Cláudia Moreira é Vice-Presidente da Câmara e líder da concelhia socialista. Foto: mediotejo.net

Mas a sessão foi aberta por Cláudia Moreira, líder da Concelhia Socialista e atual Vice-Presidente da Câmara, a quem coube dar as boas vindas aos presentes.

O líder da distrital e deputado Hugo Costa demonstrou a sua confiança na vitória do PS em todas as frentes (Câmara, Assembleia e Juntas de Freguesia) ao mesmo tempo que agradeceu a disponibilidade dos candidatos que integram todas as listas. Em jeito de balanço dos dois mandatos, considera que foram “oito anos que muito orgulham o PS” graças à sua “visão capaz de resolver problemas”. Elogiou Paulo Queimado como “o Presidente que a Chamusca merece” e considerou “inexistente” a oposição como “sinal de reconhecimento” do bom trabalho que está a ser desenvolvido pela atual maioria socialista.

Mais crítico, considerou ser “uma vergonha” ainda não se ter conseguido dar continuidade ao IC3 ligando Vila Nova da Barquinha a Almeirim, troço importante tendo em conta a localização do Ecoparque do Relvão. Disse acreditar numa solução, elogiando a persistência dos autarcas e cidadãos da Chamusca.

Também Alexandra Leitão se mostrou otimista quanto à resolução do problema das acessibilidades na região, sem adiantar prazos. A dirigente lembrou as suas duas últimas presenças na Chamusca, a primeira para inaugurar o centro escolar da vila, já em 2019, e a segunda para a assinatura do protocolo de requalificação da Escola Secundária, obra em fase de concurso público.

O atual Presidente da Assembleia Municipal e recandidato, Joaquim Garrido, fazendo uma retrospetiva, entre outros aspetos, elogiou a forma como a autarquia atuou durante a pandemia. Congratulou-se pela forte presença de jovens nas listas e lembrou que o próximo mandato vai coincidir com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

O respeito pela oposição, o trabalho no setor da educação, o recenseamento geral da população e o problema das acessibilidades foram outros temas abordados no seu discurso.

Nesta primeira apresentação de candidatos, Tiago Barbosa, enfermeiro na vila que se propõe conquistar a União de Freguesias da Chamusca e Pinheiro Grande à atual gestão da coligação PSD/CDS-PP/MPT, disse estar motivado e orgulhoso pelo desafio de “reerguer a comunidade” tendo como foco as pessoas.

No seu discurso apontou os seis eixos principais da sua atuação se for eleito Presidente da União de Freguesias e que passam pela aposta no espaço público, ambiente e segurança, a dinamização territorial, o associativismo, cultura e desporto, o apoio à família, saúde e segurança social e a modernização administrativa.

“Que os fregueses sintam orgulho na sua Freguesia” é o principal objetivo do candidato Tiago Barbosa.

Nas últimas eleições autárquicas, o PS obteve maioria na Câmara com três dos cinco mandatos. Conquistou 54,10% dos votos, a CDU 24,16% (um lugar na vereação) e a coligação PPD/PSD.CDS-PP.MPT, 16,92% (um lugar na vereação).

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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