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Sábado, Outubro 23, 2021

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Chamusca | Projeto “10 mil Vidas” abrange 100 idosos

Iniciado em 2016 com 50 idosos contemplados, o Projeto “10 mil Vidas” – Monitorização e saúde de pessoas idosas foi este ano alargado pela Câmara Municipal da Chamusca a mais 50 idosos.

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O projeto piloto na área da Teleassistência e Tele-saúde começou em 2016, com um protocolo entre a Autarquia e a Associação Nacional de Cuidado e Saúde – ANCS.

Nessa altura foram adquiridos 50 equipamentos que permitiram a prestação de novos serviços de assistência aos idosos. Em 2017, após aprovação de candidatura da ANCS ao POISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, foi feito um estudo, prevendo-se o alargamento de apoio a 100 idosos, com a parceria das IPSS´s do concelho da Chamusca e da Unidade de Cuidados na Comunidade.

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A Câmara comparticipa com 50 por cento do valor do investimento, 17.100 euros, ou seja, cada equipamento de teleassistência custa à Autarquia 171 euros.

O que levou a Câmara a avançar com este projeto foi “a elevada taxa de envelhecimento do concelho da Chamusca e a importância de procurar novos modelos que envolvam a colaboração dos vários agentes que intervêm no território e que poderão contribuir para a melhoria dos cuidados prestados às pessoas idosas, aumentando a sua independência e vida autónoma na sua habitação”.

Os equipamentos atribuídos permitem a prestação de novos serviços de assistência aos idosos, nomeadamente, acompanhamento personalizado através de um Call Center, programação de alarmes, controle de indicadores de saúde, entre outros serviços.

A Vice-Presidente da Câmara, Cláudia Moreira, refere que esta é uma das novas respostas “no sentido de prevenir e evitar fenómenos de exclusão física, psíquica e social”. Os idosos ganham um maior sentimento de segurança e sentem-se mais acompanhados. Prova disso é que cerca de 90 por cento das chamadas têm como pretexto apenas um pouco de conversa entre o idoso e a voz amiga do outro lado da linha que funciona 24 horas por dia.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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