Chamusca | Programa ‘Abem’ com perspetivas de alargamento a 115 beneficiários

São cada vez mais os beneficiários do Programa Abem – Rede solidária de medicamento no Município da Chamusca. Na reunião de Câmara do dia 7 de julho, foi aprovada uma verba de 11.500 euros para este programa que visa apoiar famílias carenciadas na compra de medicamentos. A iniciativa começou em 2017 com uma verba de 5 mil euros, mais que duplicando no período de três anos. Atualmente são apoiados 43 agregados familiares, que se traduzem em 84 pessoas, perspetivando a autarquia o alargamento a 115 beneficiários.

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“Temos verificado que é uma resposta muito importante para as famílias carenciadas”, afirmou a vereadora Cláudia Moreira, responsável pela área social na autarquia.

Uma ideia reforçada pelo presidente da Câmara, Paulo Queimado (PS), que relata casos de pessoas, sem capacidade financeira e com problemas de saúde, de terem de escolher nas receitas médicas quais os medicamentos a comprar uma vez que o orçamento familiar não é suficiente para a aquisição de todo o receituário.

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O autarca destaca a importância deste apoio, por exemplo, para doentes crónicos, que desta forma podem passar a ter melhor qualidade de vida quando tomam a sua medicação a tempo e horas.

O Município da Chamusca lançou o Cartão Abem – Rede Solidária de Medicamento em 2017, no seguimento do protocolo de colaboração estabelecido com a Associação Dignitude (Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos), entidade responsável pelo desenvolvimento, operacionalização e gestão do programa abem: Rede Solidária do Medicamento.

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Este programa tem por objetivo garantir o acesso ao medicamento em ambulatório por parte de qualquer cidadão que, em Portugal, se encontre numa situação de carência económica que o impossibilite de adquirir os medicamentos comparticipados que lhe sejam prescritos por receita médica. Esta rede solidária do medicamento tem por destinatários, em geral, os indivíduos beneficiários de prestações sociais de solidariedade, mas igualmente todos os que se deparem com uma situação inesperada de carência económica.

Com esta iniciativa, o Município pretende “contribuir para o desenvolvimento do programa, nomeadamente através da sua capacidade agregadora, de envolvimento e de dinamização da sociedade civil e do tecido empresarial para prossecução dos objetivos desta rede, em especial através das suas competências e experiência na referenciação de indivíduos socialmente vulneráveis”.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.
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