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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Chamusca | PJ detém suspeitos de assalto à Caixa Agrícola executado em 2018

Dois anos e meio após o assalto à dependência da Caixa Agrícola da Chamusca, de onde desapareceu quase um milhão de euros em dinheiro, ouro e jóias, a Polícia Judiciária conseguiu identificar um grupo de cinco indivíduos de nacionalidade espanhola, um dos quais ficou em prisão preventiva.

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Segundo o Jornal de Notícias, o grupo é responsável por assaltos aos cofres particulares de 14 dependências bancárias, de onde levaram mais de 3 milhões de euros, em dinheiro, ouro e joias, pertencentes a clientes. Do rol de assaltos, consta o da Caixa Agrícola da Chamusca a 16 de novembro de 2018, onde o prejuízo é avaliado em 914 mil euros.

Ao mesmo grupo é apontada a autoria do assalto à agência do Crédito Agrícola em Alcanhões, no concelho de Santarém, a 8 de julho de 2020, que foi abortado pelo facto de os alarmes terem disparado.

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No caso do assalto à dependência da Chamusca, os suspeitos entraram pelo telhado por volta das 3 da manhã, depois de desativarem os sistemas de segurança. Levaram tudo o que estava nos cerca de 20 cofres individuais de clientes, pelos quais o banco é responsável. Só na manhã seguinte é que as autoridades foram alertadas. Na vila ninguém se apercebeu do assalto que foi preparado e executado com profissionalismo.

O JN adianta que a PJ, depois de identificar os indivíduos, pediu às autoridades espanholas para os deter separadamente, ao longo das últimas semanas. Foram extraditados para Portugal, onde juízes de instrução criminal entenderam existir prova suficientes para colocar apenas um em prisão preventiva.

Citando uma fonte da PJ, o mesmo jornal explica que, antes dos furtos, alguns dos suspeitos deslocavam-se a Portugal para preparar os assaltos. Procuravam alojamento, compravam equipamento eletrónico e ferramentas e escolhiam os alvos telefonando para as agências a perguntar se tinham cofres particulares para alugar. Tudo preparado ao pormenor e sem deixar rasto.

Dos 14 assaltos de que são suspeitos, apenas cinco foram concretizados, entre os quais está o da Chamusca.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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