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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Chamusca | Pinheiro Grande desafia habitantes a cultivar abóboras e cabaças

A localidade de Pinheiro Grande, no concelho da Chamusca, quer elevar o estatuto da “Abóbora” n´Aldeia Antiga”, dando a conhecer as suas diversas utilidades. Para isso a ADAP – Associação de Desenvolvimento da Aldeia de Pinheiro Grande e as Associações das organizações das Verbenas estão a convidar toda a população a entrar num projeto, semeando e cultivando as suas próprias abóboras e cabaças, para que no próximo mês de outubro, seja realizado um evento onde a Abóbora será a grande protagonista.

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No domingo, 8 de março, pelas 16 horas realiza-se na Sociedade de Instrução e Recreio uma palestra sobre a abóbora “da sementeira à colheita” por uma técnica especializada, iniciativa aberta a toda a população.

A abóbora, fruto da aboboreira, existe em diversas formas e feitios, porque é uma espécie de polinização cruzada.

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Desde os tempos imemoriais que a Abóbora faz parte da alimentação das pessoas e dos animais. Pelas suas características é um alimento rico em vários nutrientes, sendo também valorizada pelas suas propriedades medicinais, nomeadamente as suas sementes.

Outra das suas características é a durabilidade. Pode estar vários meses à temperatura ambiente, sem que para isso sejam necessários cuidados especiais, o que fez com que, antigamente, fosse uma fonte de subsistência bastante utilizada.

Pela sua beleza e diversidade, tem sido também utilizada como objeto decorativo e utilitário. Todos nós já vimos “abóboras/cabaças” como objetos decorativos. E quem não se lembra, ou ouviu falar, de os Pastores e os Homens do Campo as utilizarem para transportar a bebida que os acompanhava durante o dia de trabalho?

Na abóbora tudo se transforma e aproveita: a casca, o miolo e as pevides. De cultura fácil, na nossa região, são cultivadas ao ar livre, em cultura de Primavera/Verão e colheita no Outono.

Nesta altura já começam a germinar. Foto: DR

 

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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