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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Chamusca | Paulo Queimado sucede a Jorge Faria na presidência da RSTJ

Na Assembleia Geral da RSTJ – Gestão e Tratamento de Resíduos, E.I.M., S.A., realizada a 30 de junho, foi eleito um novo Conselho de Administração para que se desse cumprimento à lei da paridade, uma vez que o anterior órgão era constituído apenas por homens. Jorge Faria (PCM Entroncamento), presidente cessante da RSTJ, disse ao mediotejo.net que propôs que o seu Município fosse representado por uma mulher, neste caso pela Vice-Presidente da Câmara, Ilda Joaquim, o que não foi aceite pela maioria dos representantes dos 10 municípios.

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Foi apresentada depois uma lista única tendo como Presidente o Município da Chamusca, representado por Paulo Queimado, sendo vogais Elvira Sequeira, Vereadora na Câmara de Torres Novas e Paulo Neves, Vereador na Câmara de Ferreira do Zêzere, lista que foi aceite por todos.

Este novo Conselho de Administração da RSTJ sucede ao que foi eleito, no meio de alguma polémica, em março de 2019, com o Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento a presidir ao órgão, e tendo Paulo Queimado, presidente da Câmara da Chamusca, e o vereador Hugo Santarém, em representação do município de Alcanena, como vogais.

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Na Mesa da Assembleia Geral, órgão para o qual a lei da paridade não se aplica, mantêm-se os mesmos autarcas: Presidente, Município de Santarém, representado por Ricardo Gonçalves (PCM) e Vogais, Municípios de Tomar e de Vila Nova da Barquinha, representados pelos Vereadores Hélder Henriques e Rui Constantino, respetivamente.

Está marcada para 31 de julho a transmissão da universalidade da Resitejo para a RSTJ, passando a ser esta a entidade responsável pela recolha de resíduos nos 10 concelhos: Alcanena, Chamusca, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Torres Novas, Tomar, Santarém e Vila Nova da Barquinha.

Os mandatos dos dirigentes da RSTJ coincidem com os mandatos autárquicos, o que significa que haverá novamente eleições no outono do próximo ano.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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