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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Chamusca | Obras de saneamento na Carregueira começam este mês

A Águas do Ribatejo (AR), através da empresa Tecnorém, irá iniciar os trabalhos de remodelação da rede de abastecimento e ampliação da rede de saneamento na Carregueira, no concelho da Chamusca, neste mês de janeiro, anunciou a Junta de Freguesia.

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A empreitada foi adjudicada à empresa Tecnorém – Engenharia e Construções, SA., pelo valor de 428.413,27 euros acrescido de IVA, estando a conclusão dos trabalhos prevista para agosto deste ano.

A intervenção contempla a ampliação de cerca de 1,5 km da rede de saneamento, nomeadamente na bacia de drenagem da Rua do Relvão, permitindo eliminar fossas sépticas. Em simultâneo será feita a remodelação da rede de abastecimento de água na mesma extensão, substituindo as condutas, nós e ramais.

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Segundo a Águas do Ribatejo, a rede de abastecimento da Rua do Relvão é em fibrocimento e apresenta o desgaste da sua vida útil, com acentuada debilidade, o que se traduz em rupturas frequentes e perdas de água.

A nova rede será em Polietileno de Alta Densidade, cumprindo os critérios da entidade reguladora (ERSAR) ao nível de necessidades de remodelação contínua das redes de abastecimento, bem como os objetivos definidos no Plano de Gestão de Perdas de Água da AR.

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A obra é financiada em exclusivo por capitais da AR e integra o plano de investimentos em curso em sete concelhos, de modo a ampliar as redes e substituir as condutas de fibrocimento.

A Águas do Ribatejo investiu já cerca de 17 ME na melhoria do abastecimento de água e saneamento no concelho da Chamusca. Foram construídas ou remodeladas sete novas Estações de Tratamento de Águas Residuais, estações elevatórias e ampliada a rede de coletores.

No abastecimento foram construídos e/ou requalificados reservatórios em todas as freguesias e implementadas sistemas de tratamento de água bem como novas captações de modo a garantir o reforço das reservas de água com qualidade e segurança.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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