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Chamusca | Município atribui 51 bolsas de estudo e seis bolsas de mérito

O investimento anual do Município da Chamusca no apoio direto aos estudantes que frequentam o ensino superior é de 26.778 euros, revelou a autarquia, numa altura em que dá a conhecer a atribuição de 51 bolsas de estudo, no valor de 400 euros cada, e ainda mais seis bolsas de mérito, no valor de 1063,47 euros cada uma, a 57 estudantes do concelho que estão a frequentar o ensino superior no ano letivo de 2018/2019.

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Do total das bolsas, 33 foram atribuídas a candidatos que cumpriram na totalidade os critérios do regulamento municipal para receberem o valor integral da bolsa. No entanto, tendo em conta a realidade socioeconómica do nosso concelho, o Município da Chamusca decidiu atribuir a totalidade do valor da bolsa de estudo (400 euros) a mais 15 estudantes que, por estarem a receber bolsas de outras entidades, apenas teriam direito a receber parte desse valor.

Foram ainda atribuídas outras três bolsas de estudo a estudantes que, apesar de terem concluído o ensino secundário em escolas fora do concelho, as suas áreas de estudo não existiam na Escola EB 2,3 e Secundária da Chamusca. Conforme prevê o regulamento municipal, estes jovens têm direito a receber a bolsa, ao ingressarem no ensino superior.

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Quanto às bolsas de mérito, três foram atribuídas aos candidatos com melhor aproveitamento escolar no último ano letivo de 2017/2018 e que concluíram o ensino secundário no Agrupamento de Escolas da Chamusca. As outras três bolsas de mérito são renovações de apoios já atribuídos noutros anos letivos. Em comunicado de imprensa, a Câmara recorda que “as bolsas de mérito distinguem o sucesso escolar e são revalidadas durante toda a licenciatura, caso o aproveitamento escolar do aluno se mantenha e os candidatos continuem a cumprir todos os critérios, definidos pelo regulamento municipal”.

Através das bolsas de mérito, o Município paga, na totalidade, o curso superior aos jovens do concelho que obtiverem melhores resultados académicos. As bolsas de estudo apoiam parte significativa da propina anual do ensino superior.

“Estamos a investir na formação de homens e mulheres que possam contribuir para o desenvolvimento do concelho”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, na sessão de entrega das bolsas, que decorreu no dia 24 de março, no Cineteatro da Chamusca.

A mesma ideia foi defendida pela professora Fátima Silva, em representação da direção do Agrupamento de Escolas da Chamusca.

A docente defendeu que estes jovens são já o presente do desenvolvimento do concelho e desafiou-os a “intervirem e a regressarem ao concelho com tudo o que forem aprender lá fora”.

“Que o vosso futuro seja hoje, agora e já. Se ficarmos à espera de investir no vosso futuro, passa o tempo”, frisou a professora Fátima Silva, que elogiou o trabalho do Município em afirma a Chamusca como “uma vila educadora” e destacou a cooperação existente entre a autarquia, o agrupamento de escolas e as forças de segurança.

O Presidente da Câmara da Chamusca destacou ainda que o concelho tem recebido investimentos recentes de empresas, que totalizam cerca de 12 milhões de euros, e que muitos desses projetos disponibilizam já ofertas de trabalho para quadros superiores. Falou ainda da importância de inverter o ciclo de perda de população e informou que o Município está a investir na regeneração urbana num programa abrangente que prevê também a disponibilização de habitação com rendas a custos controlados.

Nesta cerimónia, a Vice-Presidente da Câmara e vereadora com pelouros da Educação e da Juventude, Cláudia Moreira, e o responsável do Município para a área da Juventude, Nuno Santos, apresentaram o Matriz 21 – Gabinete para Juventude do Município da Chamusca e destacaram a adesão deste gabinete às redes Eurodesk (Chamusca é o único Município do distrito com esta valência) e ao Ponto Já.

A vice-presidente Cláudia Moreira elencou ainda projetos ligados às Parcerias para o Impacto e que se dirigem às crianças e jovens do concelho, nomeadamente, o Agita(r)damente e o HiveWork Social.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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