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Chamusca | Município adere à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis 

O Município da Chamusca anunciou esta semana que passou a integrar a Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, uma associação de municípios que se assume como um fórum de partilha e de discussão de questões com impacto na saúde e qualidade de vida das pessoas.

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Ao integrar esta rede, o Município compromete-se a promover a saúde dos cidadãos e a sua qualidade de vida.

Uma das missões desta associação é apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do projeto “Cidades Saudáveis” da Organização Mundial de Saúde, nos territórios municipais. O projeto “Cidades Saudáveis” trata-se de um projeto internacional baseado no pressuposto que as condições de vida e ambientais têm impacto na saúde das pessoas.

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A Vice-Presidente Cláudia Moreira explicou que esta adesão é uma mais valia tendo em conta que a rede “tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de articulação com o poder local, com uma visão partilhada e inovadora para desenvolvimento e melhoria nos ganhos de saúde e qualidade de vida dos cidadãos”.

A Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis foi constituída formalmente em 10 de outubro de 1997 e conta atualmente com um total de 61 Municípios.

Define como Município Saudável aquele que “é capaz de criar e desenvolver, continuamente, os seus ambientes físico e social e expandir os recursos comunitários de forma que permita um mútuo e contínuo suporte entre diferentes grupos da população. Um Município Saudável oferece condições e oportunidades para a promoção de estilos de vida saudáveis e defende o acesso à saúde como um direito de todos os cidadãos e cidadãs.”

Uma das principais vantagens ao integrar esta rede é o contributo na elaboração do Atlas da Saúde, um projeto cujo objetivo é realizar uma caraterização do estado de saúde e dos seus determinantes nos municípios da RPMS bem como a construção e aplicação de um índice multidimensional de saúde (avaliar a saúde da população dos municípios da RPMS em múltiplas dimensões).

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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