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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Chamusca | Município acolhe debate sobre economia circular e cooperação local e regional

A vila da Chamusca acolhe, na próxima quarta-feira, dia 3 de outubro, um debate sobre economia circular e cooperação local e regional, no fórum “Agendas Locais”, organizado pela Associação Eco Parque do Relvão, pelo município e pela Associação Empresarial da Região de Santarém.

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Trata-se da segunda edição do Fórum “Agendas Locais”, dedicado à “Gestão de Recursos”, um “evento nacional que vai juntar diversos especialistas” para debaterem temas como “o papel dos agentes locais na transição para a economia circular”, “modelos de cooperação regionais”, “comunidades de energia” e “fatores de competitividade regionais”, afirma uma nota do município do distrito de Santarém.

A primeira edição da iniciativa decorreu em maio de 2016, tendo a segunda, agendada para junho de 2017, sido cancelada devido aos incêndios ocorridos no centro do país.

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A iniciativa decorre do facto de a Chamusca se assumir como estando “na linha da frente do debate e da dinamização de projetos em torno da economia circular”, por se localizar no concelho “o principal parque nacional de gestão de resíduos”.

No Eco Parque do Relvão, situado na freguesia da Carregueira, localizam-se “as principais indústrias de tratamento e valorização dos resíduos”, incluindo os dois únicos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos (CIRVER) existentes no país, sendo a fileira “um importante empregador”, ao dar trabalho a mais de 500 pessoas.

“O município da Chamusca não esquece os constrangimentos sentidos pelos agentes económicos que estão instalados no Eco Parque do Relvão, nomeadamente, com as insuficientes e deficientes acessibilidades ao concelho e ao parque industrial, para as quais a resposta está, numa primeira fase, na há muito prometida construção do prolongamento do IC3 com passagem pela Chamusca e na construção de uma nova ponte sobre o rio Tejo”, sublinha.

O secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. d’Oliveira Martins, foi convidado a estar presente para falar sobre “a importância das infraestruturas no desenvolvimento do interior”, esperando os promotores do evento contar ainda com as participações dos secretários de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, para abrir o painel sobre “Comunidades de energia: Oportunidades para Áreas Industriais”, e do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, para encerrar o encontro.

Na sessão, que vai decorrer no cineteatro da Chamusca, serão também apresentados projetos de incubação dos politécnicos da região e de outros membros da Rede de Conhecimento, Investigação e Inovação, “que está em construção nesta área”.

“Pretende-se também identificar novas oportunidades de parcerias e sinergias entre os agentes da fileira, assim como incrementar a cooperação entre grupos locais e regionais, reforçar redes de eficiência energética e de aproveitamento de recursos materiais, promover o desenvolvimento de eco-inovações e trazer ganhos competitivos para toda a fileira”, afirma o município.

Em debate estará o Plano de Ação para a Economia Circular, com as participações de Ana Sofia Vaz, assessora do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente, de Paulo Lemos, perito em economia circular da SEE EU, de Pedro Afonso Paulo, administrador da CITRI e PRORESI, de Jorge Pulido Valente, vice-presidente da CCDR Alentejo, de Domingos Saraiva, diretor-geral da AEPR (Associação Ecoparque do Relvão), de Miguel Borralho, diretor-geral da ZILS Global Parques, e de Ana Carina Costa, da Nersant (Associação Empresarial da Região de Santarém).

O fórum surge no âmbito do plano estratégico da AEPR e “desafia os intervenientes para discutir respostas concretas aos desafios nacionais a partir das ações locais”.

“Portugal enfrenta grandes desafios no âmbito da gestão de resíduos, materializados em documentos como o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020) e as novas diretivas de resíduos. Simultaneamente, constata-se que o setor tem um elevado potencial de geração de riqueza e emprego, que as regiões, particularmente do interior do país, podem alavancar como motores de desenvolvimento”, afirma a AEPR, apontando o exemplo da região da Lezíria Tejo, onde se localiza o Eco Parque do Relvão, com “importantes infraestruturas de valorização de recursos e tratamento de resíduos”.

Agência de Notícias de Portugal

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