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Sábado, Maio 8, 2021

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Chamusca | Mercado Municipal reabriu como novo após investimento de 400 mil euros

Depois de vários anos com algumas vicissitudes, as obras de requalificação e modernização do Mercado Municipal da Chamusca, um investimento na ordem dos 400 mil euros, foram dadas por concluídas e no dia 12 de abril foi a vez de reabrir ao público, “após uma requalificação de fundo que modernizou o espaço e o tornou mais funcional”.

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No primeiro dia, o presidente da Câmara, Paulo Queimado, e a vice-presidente, Cláudia Moreira, realizaram uma visita simbólica, sem lugar a cerimónia oficial de inauguração ou a festa, atendendo ao momento de pandemia que atravessamos.

O Mercado Municipal tem 15 espaços disponíveis, para os quais o Município da Chamusca lançou o desafio aos interessados em se instalarem que façam o contacto diretamente com o Município (gap@cm-chamusca.pt) ou através da Fabrica do Empreendedor (empreededorismo.chamusca@fabricadoempreendedor.pt).

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“Este é um espaço que pertence à comunidade, e só com a participação de todos conseguiremos dar vida ao mercado”, destacou Paulo Queimado (PS).

O projeto de Requalificação representou um investimento de 381 269,55 euros e foi “uma aposta do Município na modernização do equipamento e em reconverter esta importante infraestrutura num mercado de futuro, apostando em produtos tradicionais e locais, um pouco à semelhança dos mercados que estão em funcionamento nos grandes centos urbanos e também em modelos bem-sucedidos por toda a Europa”.

Com o projeto de requalificação pretendeu-se, “por um lado, a valorização e a potenciação das características do edifício existente, mantendo a sua história e a relação com a área envolvente mais próxima. Um dos aspetos a complementar a intervenção no edifício será a obra de nivelamento do piso nas ruas desta zona, para criar uma continuidade entre os acessos ao edifício e a área transitável por veículos e por peões”, explica a autarquia.

Quanto à intervenção exterior no Mercado, esta pautou-se por uma requalificação das fachadas, com novas linhas arrojadas, mas sem colocar em causa a sua traça mais original.

No interior, aconteceu a reformulação mais visível. Nas áreas de restauração, são propostas a criação de duas áreas simétricas para esplanada e mesas, criando uma zona de confluência entre mercado tradicional e mercado moderno. Foram mantidas duas das bancadas de mercado tradicional e foram criadas duas novas “ilhas” para restauração.

A câmara criou uma linha de design e de sinalética comum aos vários espaços, quer no interior, quer no exterior. Esta linha é ainda proposta para o desenvolvimento de embalagens e de utensílios (copos, pratos, guardanapos, sacos de compras, produtos de marca própria, merchandising, menus, fardas) que tenham uma imagem comum aos vários espaços e se identifiquem com a imagem de marca do Mercado.

O objetivo, segundo a autarquia, “é uniformizar e dar identidade própria ao mercado, para que ele próprio seja em si uma marca. Para isso foi também criado um logótipo que se inspirou nas linhas do ferro forjado de um dos portões do antigo mercado”.

As instalações sanitárias também foram alvo de intervenção, para ser possível aceder pelo interior do mercado.

Um mercado com história

A utilização desta praça da vila como área de mercado é já antiga. A sua delimitação como mercado aconteceu em 1903, através da construção de um gradeamento e da colocação de pavimento. No ano seguinte, em 1904, foi construída uma cobertura metálica. As obras de adaptação do espaço continuaram em 1940, quando foi feita a cobertura completa e a edificação mais parecida com aquela que conhecemos na atualidade. Em 1998, o edifício teve nova remodelação.

Mais recentemente, e perante a constatação da existência de diversas lacunas de funcionamento, e também pela pouca atratividade que já apresentava para clientes e para empresários, foi decidido pelo Município avançar com um arrojado projeto de requalificação do espaço, que apostou em modernizar o edifício, não só no exterior mas principalmente no interior, dotando-o das melhores condições para empresários e para os clientes, assim como torná-lo numa referência urbanística e de vivência comunitária, integrada na estratégia global de regeneração urbana, a avançar em breve em toda a vila.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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