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Chamusca | Mercado municipal reabre com desafio a empreendedores (c/áudio)

O presidente da Câmara da Chamusca garantiu que as obras do mercado estão concluídas e que na próxima semana já estará em condições de ser utilizado. “Para a semana que vem, os vendedores que estão na rua podem passar a utilizar as bancas do mercado municipal”, anunciou Paulo Queimado, em reunião de executivo.

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O autarca adiantou que não se pretende realizar qualquer cerimónia inaugural, mas apenas convidar os eleitos a visitar o espaço para fazer o registo da abertura informal do mercado.

Quanto aos espaços das lojas, a câmara vai reunir esta semana com a Fábrica do Empreendedor, para estudar a possibilidade de convidar os empreendedores que queiram, nesta fase de arranque, avançar com o seu negócio.

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Em vez de uma hasta pública, até porque nesta altura há isenção de taxas, a ideia é dar oportunidade para que haja candidaturas espontâneas aos espaços, a título experimental. Este processo, mais simples, vai depender do número de candidatos e da tipologia das lojas, conforme explicou o Presidente da Câmara.

Pretende-se que dentro de duas semanas o mercado esteja a funcionar em pleno. Pelo menos é essa a expectativa de Paulo Queimado.

Na hasta pública realizada pela Câmara a 4 de novembro foi arrematado apenas um espaço de restauração, dos 13 espaços em licitação.

As obras de requalificação do mercado sofreram uma série de vicissitudes e atrasos desde 2017. Nesse ano, foi lançado um primeiro concurso para as obras mas não surgiram concorrentes. Perante este impasse, a Câmara decidiu dividir a obra em duas fases, fazendo um ajuste direto para a parte de construção civil com a empresa Hacl – Sociedade de Construções Lda por 148.979,22 euros.

Já no início de 2019 e após processo de consulta prévia, a 2ª fase da obra, que contempla o “Branding Design e Criação de Suportes de Comunicação”, foi adjudicada à mesma empresa por 95.695,13 euros a que acresce o IVA.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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