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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Chamusca lança concurso público de um milhão para construção de Arquivo Municipal

O Município da Chamusca lançou esta semana o procedimento para construção do Arquivo Municipal, um concurso que tem como preço base 997.294.54 euros + IVA. O anúncio de procedimento foi publicado no Diário da República do dia 21, onde se define um prazo de 21 dias para as empresas construtoras apresentarem as suas propostas. O prazo de construção é de 365 dias.

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Segundo a descrição do objeto do contrato, pretende-se a construção de um Arquivo Municipal “com características museológicas, o qual contém salas de trabalho e de tratamento de peças para exposição e ou para o arquivo, que fará cumprir as exigências impostas para imóveis com estas características, permitindo assim, que este desempenhe eficazmente as suas funções e se assuma, localmente, como uma referência, apostando na qualidade estética, ambiental e funcional”.

Para a concretização deste projeto, a Câmara adquiriu em 2019 um imóvel na Rua Direita de São Pedro, negócio que suscitou polémica pelo facto de o imóvel pertencer à família de Manuel Romão (PS), que exercia funções de vereador na reunião onde foi aprovado.

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“A questão do nosso arquivo histórico e municipal precisa de ser resolvida com muita urgência”, justificou na ocasião o Presidente da Câmara. Paulo Queimado explicou que vários cidadãos querem doar os seus espólios à Câmara e neste momento não se dispõe de um espaço em condições para fazer o tratamento, a inventariação e o arquivo.

“Atualmente o arquivo municipal está espalhado em quatro ou cinco edifícios diferentes”, referiu o autarca.

Além disso, o espólio arqueológico da autarquia está encaixotado numa arrecadação, a que se junta o espólio de pintura doado à Câmara pelo pintor Appio Cláudio, a precisar de tratamento e acondicionamento.

A proximidade do imóvel ao edifício dos Paços do Concelho, bem como o facto de integrar o projeto de regeneração urbana em curso foram outros argumentos apresentados pelo Presidente da Câmara.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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