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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Chamusca | José de Sousa vence Grand Slam de dardos em Inglaterra

Nasceu na Azambuja, mas foi criado na Chamusca e em Vale de Cavalos onde começou a sua paixão pelas setas. José de Sousa esteve esta semana nas bocas do mundo pela vitória no Grand Slam 2020, em Coventry na Inglaterra, tornando-se o primeiro português a vencer um dos eventos do “Professional Darts Corporation” (PDC), a maior competição do mundo de dardos (setas).

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Aos 46 anos, o ribatejano conhecido como “The Special One”, conseguiu colocar Portugal no mapa dos melhores jogadores do Mundo de dardos.

Antes daquela vitória, José de Sousa já tinha conquistado o European Darts Grand Prix, na Alemanha, e os Players Championship de Barnsley e de Dublin, em 2019.

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O triunfo no Grand Slam, uma das provas de maior importância e valor monetário do circuito internacional, garantiu-lhe um prémio de 140 mil euros.

O Município da Chamusca dá veio publicamente dar os parabéns ao atleta, “um exemplo de dedicação a esta modalidade, na qual já era conhecido como “The Special One”, nome que ostenta como alcunha na camisola”.

“Para a Chamusca é de facto um orgulho ser o local de onde nasceu o gosto de José de Sousa por esta modalidade. Também sabemos da tradição e da força que o jogo de dardos tem no nosso concelho, quer seja a título formal e informal, e por isso a importância ainda maior desta vitória de José de Sousa para trazer mais praticantes à modalidade e sobretudo pela relevância que tem na projeção do nome da Chamusca no mundo”, afirma o Presidente da Câmara Municipal da Chamusca.

Paulo Queimado faz questão de deixar “um grande abraço de parabéns ao José de Sousa” e desejar “que continue a ter muito sucesso na sua carreira”.

Artur Castro, presidente do Clube de Setas da Chamusca, mostrou-se satisfeito por ler “estas palavras em reconhecimento do trabalho e dedicação do José Augusto Oliveira de Sousa a este desporto e à sua grande vitória no Grand Slam”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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