Quarta-feira, Março 3, 2021
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Chamusca | Incêndio no aterro da Resitejo em fase de rescaldo (c/vídeo)

Depois de um reacendimento de grandes proporções na tarde de segunda feira, dia 20, o incêndio que deflagrou pelas 16.19 horas de domingo, no aterro da Resitejo, situado na Carregueira, Chamusca, está agora em fase de rescaldo, segundo informação do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.

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Na reunião de Câmara do dia 21, da parte da manhã, o presidente Paulo Queimado fez o ponto da situação afirmando que o incêndio continuava ativo. No dia anterior, o autarca esteve reunido com o CDOS e o 2° comandante da corporação da Chamusca a avaliar a situação.

Entre as 14.30 e as 15 horas, numa altura em que o incêndio estava praticamente controlado mas reacendeu. “Deve ter havido a abertura de uma bolsa de ar que provocou o espalhamento das chamas. Houve uma frente enorme de reacendimento, chamas com 20 metros de altura, uma coisa incrível”, afirmou o presidente da Câmara.

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Incêndio no aterro sanitário da Carregueira, Chamusca, que deflagrou no domingo e reacendeu com violência na tarde de segunda feira.

Publicado por mediotejo.net em Terça-feira, 21 de maio de 2019

Nessa altura foi adotada uma medida de contenção que consistiu em espalhar terra “para fazer o abafamento, tirar o oxigénio para evitar a propagação do fogo”. Além disso foi criada uma vala para evitar que as chamas alastrassem a outros setores do aterro. É que, segundo revelou o edil da Chamusca, a determinada altura todas as barreiras à volta da célula 9 estavam a arder.

Na segunda feira estavam no teatro das operações 88 homens de várias corporações, número que nesta terça feira (às 15h15) reduziu para 58 operacionais, apoiados por 16 viaturas, entre as quais oito autotanques.

Um problema com que os bombeiros se depararam foi o fornecimento de água para o combate às chamas, chegando a abastecer nas instalações da Ecodeal – Gestão Integral de Resíduos Industriais no Eco-Parque do Relvão.

O principal prejuízo provocado pelo incêndio foi a tela isolante do aterro que ardeu parcialmente. Segundo Paulo Queimado, as chamas atingiram duas zonas de tela que estavam a descoberto o que provoca problemas ao nível dos lixiviados. A solução vai passar por retirar mil ou duas mil toneladas de resíduos para substituir a tela queimada, “uma intervenção muito complicada”, notou.

O aterro intermunicipal da Resitejo na Chamusca foi inaugurado a 19 de maio de 1999.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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