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Sábado, Novembro 27, 2021

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Chamusca | Nova estação elevatória encaminha esgotos para a ETAR

Graças à construção da nova estação elevatória do Porto do Carvão, na Chamusca, as águas residuais deixam de ser acumuladas na fossa que ali existia e passam a ser encaminhadas e tratadas na ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais da Chamusca.

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Segundo a empresa Águas do Ribatejo, o período de ensaios do novo sistema foi iniciado a 31 de março nesta altura estão em pleno funcionamento a nova Estação Elevatória do Porto do Carvão, o emissário e rede de drenagem das águas residuais para a ETAR da vila.

Esta alteração do sistema serviu também para resolver o problema da rua da Formiga que não tinha ponto de escoamento para a estação da rua do Porto das Mulheres.

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Com um investimento de 390 mil euros dos quais 85% financiado pelo POSEUR, a obra incluiu a construção da nova estação elevatória, equipamentos, um quilómetro de rede de saneamento gravítica e 850 m de conduta elevatória para encaminhar as águas residuais para a ETAR da Chamusca.

“A intervenção garante o tratamento eficaz e seguro das águas residuais que são devolvidas ao Rio Tejo após tratamento na ETAR e com monitorização da qualidade das descargas”, realça a AR.

Acrescenta que “a entrada em funcionamento do sistema, contribui para a redução da carga poluente do rio e para a melhoria da biodiversidade no ecossistema em redor de uma zona balnear e de lazer que tem sido valorizada pelo Município da Chamusca”.

Com estas obras, todos os esgotos são bombeados: a EE do Porto de Carvão bomba para a EE da rua do Porto das Mulheres e daqui seguem para a ETAR.

A intervenção está integrada no plano de investimentos da AR com um montante de cerca de 12 milhões de euros aplicados na melhoria do tratamento de águas residuais no concelho da Chamusca desde o início da atividade da empresa intermunicipal em 2009.

“Com estes investimentos realizados de acordo com as necessidades partilhadas com a Câmara Municipal da Chamusca, Juntas de Freguesia, entidades e populações, foi dado um contributo para a melhoria da qualidade das águas da Bacia Hidrográfica do Tejo e dos ecossistemas envolventes”, garante a AR.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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