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Chamusca | Comissão Política do PS confirma Paulo Queimado como recandidato à Câmara (c/áudio)

A Comissão Política Concelhia do PS da Chamusca ratificou por unanimidade o nome do atual Presidente da Câmara, Paulo Queimado, como cabeça de lista às próximas eleições autárquicas. A aprovação unânime da proposta apresentada pela Presidente da Concelhia, Cláudia Moreira, e já validada no início do mês pelo Secretariado concelhio, representa “um inequívoco sinal de reconhecimento por todo o trabalho até agora desenvolvido e de confiança para Paulo Queimado encabeçar novamente o processo autárquico”, salienta o PS em comunicado.

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O recandidato destacou “todo o trabalho coletivo e coeso” do PS da Chamusca em todos os órgãos autárquicos e que é o facto de saber que existe toda uma equipa mobilizada “em prol de um Concelho com cada vez maior qualidade de vida para as pessoas que o faz assumir novamente este desafio, num contexto de particular exigência para toda a sociedade em geral”.

Paulo Queimado refere o “elevado sentido de responsabilidade” da recandidatura e aproveita para agradecer a toda a estrutura do PS Chamusca pela confiança.

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“À minha equipa na Câmara Municipal, presidentes de junta do PS, presidente e membros da assembleia municipal do PS e a todos vós, agradeço pelo trabalho desenvolvido no e para o concelho da Chamusca, para o tornar num território para as pessoas, mais coeso, mais resiliente, mais competitivo, mas sobretudo, mais participativo e com elevado sentido de cidadania”, comentou o autarca recandidato numa publicação no facebook.

Em entrevista ao mediotejo.net, sublinha tratar-se do “reconhecimento pelo trabalho realizado”, mérito que faz questão de repartir por toda a sua equipa.

Num breve balanço do mandato, considera que foram “quatro anos muito positivos”, apesar de ter sido um mandato “cortado ao meio”. Devido à pandemia “muitos dos projetos ficaram a meio”. Seja como for, foi um “trabalho feito sobretudo para as pessoas”. Aliás, esse objetivo foi traçado logo de início. Seria “um mandato nem de betão nem de alcatrão”, mas sim “virado para as pessoas”.

Paulo Queimado faz notar que no atual mandato a aposta foi para a “capacitação das pessoas”, reconhecendo que é um trabalho pouco visível, “mas depois os resultados vão aparecendo”

Apesar de as listas para as eleições autárquicas ainda não estarem fechadas, o autarca confirma a ideia de que “em que equipa que ganha não se mexe”. Por isso, tudo indica que nos primeiros lugares da lista para a Câmara vão estar também Cláudia Moreira, atual vice-presidente, e Rui Ferreira, atual vereador.

Aos 46 anos, reconhece que um eventual terceiro mandato será muito trabalhoso sobretudo “pelas assimetrias dos territórios criadas pela pandemia”. Será “um trabalho de recuperação”, com o foco em “continuar a trabalhar para as pessoas”.

Paulo Queimado, Presidente da Câmara da Chamusca. Foto: mediotejo.net

Autarca desde 2009, ano em que foi eleito pela primeira vez como vereador, Paulo Queimado acabou por, em 2013, conquistar para o PS um município até aí liderado pelos comunistas. E se nessas eleições não garantiu maioria no Executivo (2 PS, 2 CDU e 1 PSD-CDS), já em 2017 conseguiu três dos cinco lugares. Na oposição ficou um eleito da CDU e outro da coligação PSD-CDS.

Paulo Queimado é licenciado e mestre em Conservação e Restauro e empresário nessa área. Se for eleito, será o seu último mandato como Presidente de Câmara tendo em conta a legislação sobre limitação de mandatos.

No decorrer da reunião em que foi decidida a recandidatura, Joel Marques, ex-Presidente da Junta de Freguesia da Carregueira ao longo de 11 anos, destacou “todo o trabalho que o Partido Socialista tem feito no Concelho e que tem deixado como marca incontestável a obra imaterial que é a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, salientando que “o trabalho de proximidade dos autarcas socialistas aproxima o poder de quem deve decidir”.

Rui Hipólito (Vice-presidente da DRAP-LVT), Joaquim Garrido (Presidente da Assembleia Municipal da Chamusca), José Trindade (Presidente da Junta de Freguesia de Vale de Cavalos) e Ana Rita Oliveira (Coordenadora Concelhia da JS), foram outros militantes intervenientes que destacaram, entre outros pontos, “a importância de, mais do que nunca, transmitir de forma segura a matriz socialista de uma sociedade igualitária, justa, tolerante e que a participação de todos é determinante”, refere uma nota do PS local.

“Por muitas divergências que tenhamos, sempre soubemos valorizar o pensamento livre e nunca nos impediu de ter discussões profícuas, olhos nos olhos”, defendeu Joaquim Garrido.

José Trindade relembrou que o trabalho futuro deve ser atento ao momento presente, frisando que as promessas dos autarcas socialistas são trabalhadas para serem cumpridas, mesmo no atual contexto de crise sanitária.

Já Ana Rita destacou a responsabilidade de cada um: “Queremos continuar a trabalhar por um mundo com valores socialistas e que todos tenham as mesmas oportunidades e sejam tratados em igualdade de circunstâncias.

Nuno Mira, Presidente da Mesa da Comissão Política rematou reforçando que “nunca fez tanto sentido ser socialista”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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