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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Chamusca | Centenário da Praça de Touros assinalado com corrida a 3 de agosto

O dia 3 de agosto é a data exata do centenário da Praça de Touros da Chamusca, uma data histórica que vai ser assinalada com uma corrida de touros cujo cartel é composto pelos cavaleiros João Moura, António Telles e Rui Salvador.

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Os touros vêm de seis ganadarias: Rosa Rodrigues, David R. Telles, Vale Sorraia, Manuel Veiga, Manual A. Coimbra e Calejo Pires, enquanto as pegas estão a cargo dos Forcados Amadores de Lisboa (que atuam pela primeira no “Coração do Ribatejo”), Amadores da Chamusca e Aposento da Chamusca, capitaneados respetivamente por Pedro Maria Gomes, Nuno Marecos e Pedro Coelho dos Reis.

Propriedade da Santa Casa da Misericórdia, a Praça de Touros assistirá a um momento especial, aguardado com expectativa em que se espera o triunfo de todos os cavaleiros e grupos de forcados.

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Estão anunciados troféus para a melhor lide, melhor pega, apresentação e bravura e melhor brega, que serão atribuídos no final.

A organização anunciou a disponibilização de autocarros para as pessoas que residam nas freguesias e não tenham possibilidades financeiras para poderem assistir ao espetáculo tauromáquico.

A receita da corrida reverte a favor da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) da Santa Casa.

O programa comemorativo do centenário da Praça de Touros, iniciado em julho, inclui, para além das corridas de toiros, exposições, lançamento de livros, workshops, colóquios e o Congresso Internacional de Tauromaquia que já se realizou este mês.

A última corrida do centenário, integrada no evento “Eh Toiro”, realiza-se a 28 de setembro, altura em que se comemoram os 45 anos do Grupo de Forcados Amadores da Chamusca. Seis toiros da ganadaria de Manuel Assunção Coimbra, vão ser lidados pelos cavaleiros Rui Fernandes, João Telles e Miguel Moura.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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