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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Chamusca | Cenário de incerteza marca preparação da Semana da Ascensão 

A menos de um mês da Semana da Ascensão, o sentimento que se vive no município da Chamusca é de incerteza. “Neste momento é uma incógnita tão grande, tão grande”, confessa o presidente da Câmara, angustiado por não poder programar o evento perante a dificuldade que é perceber qual vai ser a evolução da pandemia.

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Paulo Queimado e a sua equipa sentem-se “de pés e mãos atadas”, uma vez que não sabem se, daqui a 15 dias, “vamos manter, avançar ou voltar às regras anteriores no plano”, sendo certo que, na Comissão Municipal de Proteção Civil, foi consensual decidir não realizar este ano entradas de toiros nem outros eventos que promovam a concentração de pessoas. A ideia é não organizar atividades onde não se possa controlar as entradas, de modo a evitar ajuntamentos.

Mesmo assim, se em 2020 a Semana da Ascensão teve a edição “Fique em Casa”, com um formato totalmente online, este ano estão a ser programadas duas corridas de toiros na praça da vila, uma na quinta feira de Ascensão e outra no sábado ou domingo. A condição é que o número de lugares sentados tem de ser limitado a um terço da capacidade do recinto. Nesta altura decorrem as conversações com os empresários do setor da tauromaquia, adianta o autarca.

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Paulo Queimado disse ainda ao mediotejo.net que a Câmara está a ponderar realizar algumas atividades no cineteatro, igualmente com número de lugares restrito.

A realização das feiras com expositores e stands, como era habitual, este ano, tal como aconteceu o ano passado, está fora de questão, “infelizmente”, acrescenta o autarca.

Não querendo deixar de promover algumas atividades presenciais, a organização da Semana da Ascensão vai manter o modelo online, à semelhança do ano passado.

Quanto à animação da festa, os artistas já tinham sido contratados para a edição do ano passado, mas viram as suas atuações adiadas para este ano. “Temos artistas pagos e estamos aqui de pés e mãos atadas”, refere Paulo Queimado.

Para o presidente da Câmara não se pode “é deixar de ter em conta, em primeiro lugar, a questão da proteção e segurança das pessoas”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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