Quarta-feira, Março 3, 2021
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Chamusca | CDU exige que Governo cumpra decisões já tomadas sobre o IC3

A CDU da Chamusca lançou um comunicado a propósito dos últimos desenvolvimentos acerca da notícia da não inclusão da construção do troço do IC3 entre Vila Nova da Barquinha e Almeirim, juntamente com a construção de uma nova travessia do Tejo na Chamusca, no plano nacional de investimentos.

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Para a CDU “este não é o momento de retirar dividendos políticos desta situação. É o momento, sim, de continuar a exigir que se cumpram, pela parte do governo, as decisões já tomadas anteriormente”.

No comunicado assinado pela vereadora Gisela Matias, a CDU apela “à população do concelho da Chamusca, aos regulares utilizadores desta travessia e às empresas instaladas no Eco Parque do Relvão, que continuem a luta de exigência junto do Governo para a resolução deste problema”.

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Considera esta força política que “é uma evidência” a necessidade da construção de uma nova travessia no Tejo. “É urgente resolver os constrangimentos registados nos últimos anos com o aumento do tráfego, sobretudo de veículos pesados”.

A atual Ponte da Chamusca “serve não só como principal acesso ao Eco Parque do Relvão mas também como rota de fuga às antigas SCUT’s, causando inúmeros constrangimentos aos seus regulares utilizadores e aumentando o risco de ocorrência de acidentes”, lembra a CDU, recordando que “no ano 2000 o troço do IC3 e a construção da nova ponte foram inseridos no plano nacional de investimentos como contrapartida da instalação do Eco Parque no Relvão, que resolveu o problema de gestão de resíduos perigosos a nível nacional”.

Facto é que, “desde então, os sucessivos governos PS/PSD colocaram na gaveta todos os estudos já realizados e o respetivo caderno de encargos deste investimento”.

Por fim, a eleita da CDU relembra que “também em abril de 2018 a Assembleia da República aprovou por unanimidade uma recomendação ao Governo que apela à resolução deste problema”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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