Chamusca | CDS-PP questiona Ministra da Saúde sobre falta de médicos

A falta de médicos no Centro de Saúde da Chamusca suscitou uma pergunta à Ministra da Saúde apresentada na Assembleia da República pela deputada Ana Rita Bessa, do CDS-PP.

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A parlamentar pretende saber “quando serão contratados para o centro de saúde da Chamusca os médicos de família em falta” e questionou a Ministra se “ainda no início deste mês de julho a população do concelho da Chamusca vai voltar a ter acesso aos cuidados de proximidade de que necessitam e que lhes foi prometida pelo Governo”. E, por fim, pergunta ainda “porque motivo não foi acautelada a substituição temporária da médica que se reformou e do médico que está de licença de parentalidade”.

Ana Rita Bessa começa por referir que o seu Grupo Parlamentar teve conhecimento que, “neste momento, o centro de saúde da Chamusca tem apenas um médico de família a trabalhar, uma vez que dos três médicos que lá exerciam, uma médica reformou-se e o outro médico está de licença de parentalidade”.

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Nesta fase e perante estes impedimentos, “não há médico para as deslocações às extensões de saúde das freguesias do concelho, tendo os utentes que se deslocar ao centro de saúde da Chamusca para poder ter uma consulta”.

A deputada centrista lembra que o concelho da Chamusca é composto por uma população maioritariamente idosa, sendo “facilmente compreensível o transtorno que esta falta de médicos está a causar, colocando em causa o acesso dos utentes aos cuidados de saúde de proximidade de que necessitam”.

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Era suposto terem chegado no início do mês dois novos médicos para o centro de saúde mas até ao momento tal não se verificou. Ana Rita Bessa considera importante que, “além de assegurar os médicos de família em falta no concelho da Chamusca, é essencial que se criem condições de atratividade que garantam a sua permanência”.

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.
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