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Chamusca | Câmara não aceita transferência de competências na área da Ação Social

A decisão final compete à Assembleia Municipal da Chamusca, que tem já sessão marcada para 25 de setembro, mas a Câmara, reunida no dia 22, manifestou a intenção de não aceitar a transferência de competências na área da Ação Social que estava prevista para entrar em vigor a 1 de janeiro de 2021.

Para o Presidente da Câmara, a atual conjuntura do país em contexto de pandemia e a falta de recursos humanos são os argumentos para adiar a assunção destas responsabilidades.

Paulo Queimado reconhece a falta de capacidade técnica para acompanhar os casos sociais por parte dos serviços. “Temos uma equipa muito reduzida”, justificou, apontando alguns problemas a nível de recursos humanos: uma técnica está de baixa e outra pediu transferência por mobilidade.

A Vice-Presidente Cláudia Moreira reforçou os argumentos com o acréscimo de trabalho a nível social que a pandemia veio trazer.

O Vereador Rui Rufino (PSD-CDS), que participou na reunião por videoconferência, considerou “muito perigoso aceitar nesta altura” a delegação de competências.

Quanto à CDU, seguindo a linha que tem assumido a nível nacional, a Vereadora Gisela Matias, votou contra por considerar que “o processo está inquinado à nascença”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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