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Chamusca | Câmara avança com solução para ponto negro da EN 118

O entroncamento entre a Estrada do Campo e a Estrada Nacional 118, junto ao edifício da antiga Adega Cooperativa na Chamusca, é um dos principais pontos negros em termos de sinistralidade na região.

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Na reunião que o presidente da câmara da Chamusca teve, no dia 8 de janeiro, com responsáveis regionais da Infraestruturas de Portugal (IP) este foi um dos problemas abordados.

Paulo Queimado, na reunião de executivo do dia 28 de janeiro, deu conta dos resultados do encontro e apontou como solução temporária, “para ver se resulta”, fazer-se um estreitamento da via, reforçando a sinalização horizontal e vertical. A ideia é “permitir que aquela entrada não pareça mesmo uma rotunda”.

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A solução já foi validada pela IP e pelo autarca da Chamusca e prevê-se o início dos trabalhos já esta semana.

O elevado índice de sinistralidade neste entroncamento tem a ver sobretudo com o não respeito pelo sinal de stop por quem vem da Estrada do Campo. No local existe uma espécie de rotunda com uma escultura de homenagem ao trabalhador agrícola, mas essa estrutura está deslocada do eixo da EN 118 o que também potencia a ocorrência de acidentes.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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