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Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

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Chamusca | Câmara avança com quatro concursos de obras com valor superior a 4 milhões de euros

De uma assentada, a Câmara Municipal da Chamusca aprovou quatro procedimentos concursais de outras tantas empreitadas, cujo investimento totaliza mais de 4 milhões e 255 mil euros.

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Foi na reunião do Executivo de 16 de novembro que os cinco eleitos analisaram os projetos e as normas dos concursos, dando luz verde para que os processos avançassem.

Os vereadores da oposição, Gisela Matias, da CDU, e Tiago Prestes, da coligação CDS-PSD, colocaram algumas dúvidas em relação ao projeto da Envolvente Urbana ao Cais de S. Marcos e Estabilização da Beira Rio, no Arripiado, optando pela abstenção.

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A obra avança para concurso público com um preço base de 389.615 euros e um prazo de execução de 180 dias. O projeto foi executado pelo gabinete Traços Espontâneos, Unipessoal, Lda, de Setúbal e custou 19 mil euros.

O Presidente da Câmara realçou o facto de o Arripiado ser a única zona do concelho da Chamusca considerada de elevado interesse turístico, segundo o PROT – Programa Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo. Para Paulo Queimado, a obra representa um esforço de valorização daquela área com o objetivo da captação de visitantes e de empreendedores.

Em relação à empreitada do Arquivo Municipal, o facto de o primeiro procedimento ter ficado deserto, tal como o mediotejo.net noticiou, obrigou a autarquia a rever o preço base, que era inicialmente de 997.294 euros, passando para 1 milhão e 244 mil euros, a que acresce o IVA. O prazo de execução da obra é de 540 dias.

As restantes empreitadas têm a ver com estradas. Uma delas é a requalificação do troço da estrada entre Ulme e Semideiro, passando pelo Casalinho. O preço base é de 1 milhão e 768 mil euros e o prazo de execução de 300 dias.

Mais barato fica o troço da EM 574 entre a EN118 e a localidade de Ulme, que tem um preço base de 603.520 euros e um prazo de execução de 150 dias.

 Os processos destas empreitadas seguem agora para publicação em Diário da República.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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