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Domingo, Outubro 17, 2021

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Chamusca | Atrasos na obra fazem adiar abertura do Centro Escolar para o 3° período

Depois de “grande ponderação” e após diálogo com agentes da comunidade escolar, a Câmara Municipal da Chamusca decidiu abrir o Centro Escolar no início do 3° período, revelou o Presidente da Câmara, na reunião do Executivo do dia 27 de novembro.

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Os problemas dos sucessivos atrasos na obra, justificados pelo empreiteiro pela falta de mão de obra, têm levado a adiar a conclusão dos trabalhos e a ansiada abertura do novo estabelecimento de ensino.

A empresa Teixeira Pinto e Soares SA, a quem foi adjudicada a obra, pediu nova prorrogação do prazo para o final do mês de dezembro, sendo que depois é necessário proceder a uma limpeza geral do edifício, instalar equipamento e mobiliário e equipar os laboratórios. Por isso, Paulo Queimado considera difícil as aulas começarem no novo espaço no 2° período, preferindo “fazer as coisas com calma, de modo a que fique tudo impecável”.

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O Autarca explicou que o problema da falta de mão de obra é recorrente e tem afetado empreitadas de outros Municípios da região. Os trabalhadores da construção civil preferem ir trabalhar para a zona de Lisboa onde ganham mais, refere Paulo Queimado.

Após a conclusão dos trabalhos, a Autoridade Nacional de Proteção Civil tem de se pronunciar sobre as condições de segurança do edifício, sendo necessário fazer testes ao sistema AVAC e a toda a parte elétrica. A juntar a isto, estão previstas duas semanas para uma limpeza profunda.

O Presidente da Câmara informou a restante Vereação que, com a reprogramação da obra e os trabalhos a mais, vai tentar aumentar a comparticipação comunitária dos atuais 50% para 80%.

Adjudicada à empresa Teixeira Pinto e Soares SA por 1.728.238 euros mais IVA, a obra contempla quatro salas de Jardim de Infância, cinco salas de EB1, sala de NEE (Necessidades Educativas Especiais), sala de música, sala de artes, laboratório de ciências, ginásio, biblioteca, refeitório, espaço polivalente, anfiteatro, sala de professores, espaços de recreio e campo de jogos.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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