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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Chamusca | Assembleia Municipal exige mais médicos no concelho

Por unanimidade, a Assembleia Municipal da Chamusca aprovou uma moção apresentada pela bancada do PS na qual se considera “imperativo e imprescindível o reforço dos profissionais de saúde, de modo a servir as necessidades da população, tanto na sede como nas extensões de saúde, dando cumprimento à Lei Fundamental do Direito à Saúde”.

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De acordo com o texto da moção apresentada no dia 29 de junho, “denota-se a clara insuficiência do número de profissionais existentes a prestar serviço no concelho, destacando-se o grupo clínico sem, contudo, menosprezar o esforço adicional dos existentes no sentido de minorar essa lacuna assistencial”.

Por outro lado, “a Câmara Municipal da Chamusca tem-se empenhado não só em dotar as extensões de melhores condições, mas também em diligenciar junto das entidades legalmente responsáveis a urgente resolução desta grave situação”.

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Os eleitos da Assembleia Municipal consideraram estar perante um “quadro de graves carências na prestação de cuidados de saúde que assola a população do concelho da Chamusca”. Por isso solicitam ao Ministério da Saúde, à ARSLVT, ao ACES Lezíria e à Coordenação da USF, “atenção prioritária e incisiva sobre o problema” e a “adoção de medidas urgentes, nas quais se destaca alocação permanente de médicos para o concelho da Chamusca”.

O problema da falta de profissionais de saúde “arrasta-se ao longo do tempo, apesar dos esforços efetuados pelo Executivo, e sofreu um enorme agravamento pela atual pandemia que atravessamos, que obriga ao deslocamento de profissionais de saúde para as áreas dedicadas a despistagem da covid-19 (ADC), refletindo-se em menor tempo assistencial à população”.

Apesar do investimento realizado pela Câmara Municipal da Chamusca e pelas Juntas de Freguesia a fim de dotar as extensões de melhores condições, foi recentemente comunicado o seu encerramento temporário, por falta de recursos humanos, passando o atendimento a realizar-se exclusivamente na sede, no centro da vila da Chamusca.

Para os eleitos da Assembleia Municipal, “esta situação provoca largos constrangimentos à população das restantes freguesias, muita desta envelhecida e sem transporte próprio, que se vê incapacitada de se deslocar à sede por não existir transportes públicos em horário compatível”.

O problema da “grave lacuna na assistência na doença aos seus habitantes, devido ao deficit de profissionais de saúde, dos quais se destacam os pertencentes ao corpo clínico”, já se verifica “há algum tempo”, mesmo antes da pandemia.

A situação agrava-se sempre que há ausências e férias dos profissionais envolvidos nos cuidados de saúde, nomeadamente médicos, enfermeiros, assistentes operacionais e administrativos, conforme se refere no texto da moção.

A Assembleia Municipal da Chamusca reuniu no Cineteatro de modo a garantir maior distanciamento entre os eleitos em contexto de pandemia.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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