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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Chamusca | Apoios às IPSS geram discussão na Assembleia Municipal (c/áudio)

O relacionamento da Câmara Municipal da Chamusca com as IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho e os apoios que lhes atribui foi um tema que suscitou acesa troca de argumentos entre o Presidente da Câmara, Paulo Queimado (PS), e o Deputado Municipal João Nuno Santos (Coligação PSD-CDS) na sessão da Assembleia Municipal do dia 21.

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Este eleito da oposição começou por questionar quais foram as IPSS com quem o Presidente reuniu e se o Município pensa fazer algum plano de saneamento e recuperação direcionado para essas instituições tendo em conta os seus “graves problemas financeiros”.

ÁUDIO | PAULO QUEIMADO (PS) E JOÃO SANTOS (PSD-CDS): 

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João Santos lembrou as exigências da Segurança Social no atual contexto e o aumento das despesas por via da pandemia que criaram um cenário de “emergência social e financeira”. “Podemos estar perante uma situação explosiva, uma bomba relógio”, alertou o autarca da oposição, que disse haver dificuldade da Câmara em dialogar com algumas IPSS.

Em resposta, Paulo Queimado reconheceu que “a situação não é favorável para as IPSS”, destacando o agravamento da sua situação financeira, ao mesmo tempo que elencou exaustivamente os apoios atribuídos pela autarquia.

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Garantiu que a Câmara vai acompanhando essa situação e que sempre teve as melhores relações institucionais com todas as IPSS. “Sempre estivemos abertos a reunir e a resolver os problemas imediatos”, assegurou.

No entanto, reforçou a ideia de que se tratam de instituições particulares, sendo a responsabilidade da gestão primeiro das próprias e depois da Segurança Social.

“Não é da competência da Câmara realizar planos para as IPSS. A Câmara nunca se vai substituir às IPSS que têm os seus órgãos próprios e os seus sócios. Estamos solidários e estamos aqui para apoiar”, concluiu.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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