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Sábado, Julho 24, 2021

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Centro de Interpretação do Tejo em Abrantes reforça competências científicas

O Parque Tejo – Centro de Acolhimento e Interpretação do Tejo, em Abrantes, vai reforçar as suas competências científicas através de protocolos com o Politécnico de Tomar (IPT) e diversos Centros de Ciência Viva, anunciou hoje o município.

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Em declarações à agência Lusa, a presidente da Câmara de Abrantes disse que o primeiro protocolo foi assinado na quinta-feira com o IPT e visa a cooperação na investigação e divulgação científica, articulando conteúdos nas áreas da interpretação e educação ambiental, exploração pedagógica, animação recreativa e promoção turística.

“O protocolo entra a partir de agora em vigor”, observou a autarca, destacando que o objetivo é que o Parque Tejo “contribua de forma efetiva para a promoção e divulgação do rio Tejo em vários domínios”, a partir do centro de interpretação e de iniciativas como uma exposição residente, outras exposições temáticas, ações de formação, ateliês, debates, ‘cafés ciência’, entre outras.

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O Parque Tejo foi inaugurado a 14 de junho de 2014, após um investimento na ordem de um milhão de euros.

A obra resultou da ampliação e do reordenamento dos equipamentos existentes no antigo parque de campismo, à beira-rio, em Rossio ao Sul do Tejo, servindo de apoio a campismo, desporto e outras atividades lúdicas e de lazer.

“Esta é uma aposta estratégica no sentido de acrescentar competências técnicas e científicas ao espaço, enquanto promotor de conhecimento, a que queremos juntar ainda o saber e o conhecimento dos Centro de Ciência Viva de Constância, de Alcanena, Proença-a-Nova e do Centro Integrado de Educação em Ciências de Vila Nova da Barquinha, entre outros”, acrescentou a presidente da Câmara de Abrantes.

Em resultado da ampliação e reordenamento do antigo parque de campismo, o Parque Tejo inclui um núcleo de interpretação com equipamentos interativos que pretendem ajudar a conhecer a região e o rio, desde a sua nascente até à foz, e com atividades científicas ligadas à água e ao ambiente.

Foram instalados equipamentos que nunca foram utilizados plenamente porque a empresa responsável empresa entrou em falência.

“Em simultâneo com esse processo de falência ocorreram diversos problemas técnicos com os equipamentos, problemas que neste momento se encontram em fase final de resolução, prevendo-se que os mesmos estejam totalmente operacionais e novamente disponíveis ao público no início do mês de fevereiro”, disse a autarca.

“O que se pretende a partir de agora é que a dinâmica do Parque Tejo resulte de uma rede de parcerias com estabelecimento de protocolos com instituições de diferentes naturezas, designadamente escolas, centros de investigação, instituições universitárias, associações de conservação e estudo da natureza e também associações recreativas e de desenvolvimento, de modo a potenciar uma utilização mais regular e mais efetiva do equipamento”, destacou.

Agência de Notícias de Portugal

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