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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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Centenário de Fátima: “É preciso que percebamos que o ecumenismo é a palavra-chave”

Na primeira conferência dentro do ciclo que se vai realizar para marcar o Centenário das Aparições de Fátima, o presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca, exaltou a cidade como “centro mundial da paz”. Terça-feira, dia 12, recordando que em poucas décadas haverá tantos muçulmanos como cristãos no mundo, o autarca apelou ao fim das divisões e que se potencie Fátima como centro ecuménico. Para que os “povos entendam que o que é bom para um é bom para todos”.

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O jantar-conferência subordinado ao tema “Internacionalização: Fátima no mundo” trouxe algumas dezenas de convidados ao Hotel Dom Gonçalo, em Fátima, onde decorreu a primeira das “Conversas de Fátima: Portugal 1917 – Estado, Sociedade – Razão e Fé”. Para Paulo Fonseca, Fátima deve ser central no “diálogo ecuménico”. “É preciso que percebamos que o ecumenismo é uma palavra-chave”, defendeu, comentando que a “lógica dos cristianismo deve ser uma lógica agregadora”, não vendo por isso lógica na separação entre católicos e ortodoxos.

Comemorar o Centenário das Aparições não é fazer uma grande cerimónia num certo dia”, salientou. É “pegar na nossa terra e transformá-la” para melhor, “pegar na joia da coroa de um país que tem andado distraído”.

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O segundo orador do encontro foi Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional da Cultura, também responsável pelo evento. Na sua intervenção defendeu o desenvolvimento do projeto dos Caminhos de Fátima e da importância da peregrinação.

O ciclo de conferências é um dos eventos do extenso programa do Contributo da Sociedade Civil para o Centenário das Aparições, que vai decorrer até maio de 2017. A próxima “conversa” é dia 20 de abril, sobre cristianismo, laicismo e republicanismo. O orador será o estudioso Manuel Braga Cruz.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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