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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Centenária Feira dos Santos de Mação regressa dia 1 de novembro

O concelho de Mação prepara-se para receber mais uma Feira dos Santos. Com a reposição do feriado do dia 1 de novembro, a bicentenária Feira dos Santos volta a realizar-se neste dia (e não no domingo seguinte ao dia 1 de novembro como acontecia desde a supressão do feriado), sendo este ano 2016 numa terça-feira.

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A Feira dos Santos é uma tradição que este ano completará 216 anos. Foi criada em 1800 sendo, por isso, a mais antiga do concelho e uma das mais conhecidas da região, sobretudo pela variedade de produtos que oferece. Foi criada por provada falta que fazia a Mação e aos concelhos vizinhos.

Afirmou-se de tal forma que, mais de dois séculos depois, continua a ser uma das maiores da região, caracterizando-se pela variedade na oferta contando com espaços distintos e específicos de venda ao longo das ruas.

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Junto ao Jardim Municipal vendem-se os cereais, os frutos secos e os cestos de vimes; no centro histórico, as latoarias, as árvores de frutos, as flores, os queijos, os oleados, os panos para a apanha da azeitona e outros utensílios para fins agrícolas.

Na parte mais nova da Vila, no denominado Largo da Feira, tem lugar a feira como a conhecemos hoje em dia, a jeito de mercado. No Largo dos Bombeiros Voluntários de Mação encontra-se equipamento diverso, desde utensílios agrícolas a tratores e outros acessórios.

Destaque para a recriação de um mercado à moda antiga, numa tenda montada para o efeito, junto ao Largo dos Combatentes, onde Associações, Instituições de Solidariedade Social e Escolas apresentam bancas recheadas de produtos caseiros, artesanais e agrícolas, fazendo a ponte entre os vários pontos da Vila por onde se estende a Feira. Neste espaço há muita procura dos tradicionais Bolos dos Santos, broinhas, pão caseiro, legumes, ervas aromáticas e muitos outros produtos.

À semelhança de anos anteriores haverá animação nas ruas durante todo o dia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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