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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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CDS questiona se mais produção da Celtejo não compromete Operação Tejo

Os deputados do CDS-PP, Álvaro Castello-Branco e Patrícia Fonseca, querem saber se o Ministro do Ambiente pode garantir que o aumento da capacidade de laboração da fábrica da Celtejo antes da conclusão dos investimentos previstos – a caldeira de recuperação e o tratamento terciário –  não colocarão em causa o sucesso dos resultados alcançados pela Operação Tejo.

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Num comunicado enviado à Comunicação Social, o CDS recorda que “foi recentemente tornado público que o projeto de investimento da Celtejo, em Vila Velha de Ródão, permitirá à fábrica aumentar em cerca de 18% a capacidade instalada de produção. Estes investimentos já anteriormente previstos são, nomeadamente, a instalação de uma nova caldeira de recuperação em substituição da atual, a ampliação da Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais e do aterro e a criação de um novo aterro”.

A Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável emitiu um comunicado, disponível na sua página de internet, onde alerta para o facto de, da análise dos documentos disponibilizados se concluir que “o aumento da capacidade instalada implicará necessariamente o não cumprimento da Licença Ambiental atualmente em vigor, não apenas em relação aos efluentes para o Tejo, mas também relativas às emissões para a atmosfera”.

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Acaba de ser concluída uma ação de limpeza do fundo do Tejo, em Vila Velha de Ródão, durante a qual foram aspirados cerca de 15 mil metros cúbicos de lamas orgânicas depositadas no troço entre Vila Velha de Ródão e Belver, resultantes da acumulação de matéria orgânica.

Dizem os deputados do CDS que “após a conclusão da operação, o Ministro do Ambiente veio a público assegurar que o Tejo tem uma água de excelente qualidade, dando assim a entender o regresso a alguma normalidade perdida no último ano. Destacou ainda que a emissão de novas licenças será feita com ‘um novo conceito, completamente diferente’, uma vez que os Títulos de Utilização dos Recursos Hídricos passarão a ser
emitidos ‘a partir da capacidade que o meio hídrico, o rio Tejo, tem, ele próprio, de depurar os efluentes, ainda que tratados, que ali chegam'”.

No documento enviado às redações, o CDS-PP considera “importante assegurar que não se repetem novas situações de poluição como as que se verificaram nos últimos anos, em particular o episódio de janeiro, em Abrantes”.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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