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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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CDS quer inclusão de Aldeia do Mato e Souto nos apoios à estabilização de terrenos florestais ardidos

Os deputados do CDS-PP, Patrícia Fonseca, Ilda Araújo Novo e Hélder Amaral, questionaram o Governo sobre se “a exclusão da União de Freguesias da Aldeia do Mato e Souto, em Abrantes, dos apoios à estabilização de terrenos florestais ardidos foi um lapso e se, tendo em conta que o prazo do concurso foi alargado, o Governo vai corrigir esse lapso e incluir esta união de freguesias no apoio”.

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O CDS recorda, em comunicado enviado às redações, que “a área geográfica elegível diz respeito a áreas afetadas por grandes incêndios em 2016 e 2017, que fiquem fora dos concelhos mencionados na Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2018 e que, entre 2000 e 2015, tenham sido percorridos por mais de um grande incêndio, sendo identificadas no seu anexo I”.

Segundo os deputados centristas, “da consulta ao anexo I do aviso verifica-se que constam todas as freguesias do norte de Abrantes à exceção da União de Freguesias da Aldeia do Mato e Souto, que integra a ZIF Aldeia do Mato, e que recentemente sofreu um incêndio florestal de grande dimensão tal como já havia acontecido em 2003 e em 2005”.

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De acordo com informação que o Grupo Parlamentar do CDS-PP recebeu, “o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas – ICNF terá respondido à entidade gestora da ZIF que ‘os critérios utilizados pelo ICNF foram objetivos, e de aplicação uniforme a todo o país, e seguiram instruções do GSEFDR no sentido de que estes anúncios deveriam ser dirigidos a áreas/ freguesias com recorrência de incêndios, mas também com elevada produtividade da estação”.

Sublinha o CDS que “do conhecimento do local e dos elementos que nos foram disponibilizados, a área da ZIF da Aldeia do Mato tem tido recorrência de incêndios e tem também elevadas produtividades florestais, tanto assim é que a grande maioria dos proprietários têm optado, ao longo dos anos, por reinvestir em pinheiro, bravo ou manso”.

“É-nos também transmitida uma descoordenação entre os serviços regionais, que se mostraram disponíveis para, no terreno, confirmar a qualidade da estação, e os serviços centrais, que alegam falta de meios para o fazerem”, lê-se no documento.

Os deputados adiantam ainda que “os critérios ‘objetivos e uniformes’ aplicados foram posteriormente revistos, dando lugar a alterações nas freguesias elegíveis, mantendo, contudo, esta freguesia de fora da elegibilidade”, concluem.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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