Quinta-feira, Janeiro 20, 2022

Castelo Branco | Distrital do PSD quer criar estatuto fiscal para o interior

A distrital do PSD de Castelo Branco vai levar ao congresso nacional do partido, uma moção para a criação de um estatuto fiscal nos territórios de baixa densidade para acabar com as medidas avulsas, foi anunciado na segunda-feira, dia 29 de janeiro.

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“Este estatuto é um contributo, um mecanismo, um instrumento essencial para, de maneira concreta e prática, ajudar a criar oportunidades no interior, ajudar a criar emprego, fixar pessoas, tornar vantajosa a vinda das atividades económicas no interior”, afirmou o presidente da Comissão Política Distrital de Castelo Branco do PSD, Manuel Frexes.

A moção, cujas medidas específicas não foram apresentadas, uma vez que o objetivo é fazer depois a sua discussão no grupo parlamentar do PSD, para que possam transformar-se em medidas concretas, nomeadamente que seja criada uma lei-quadro para a interioridade.

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“Está na altura de termos legislação especifica para o interior, que trate só do interior. É tempo de pôr na lei um estatuto fiscal”, disse.

Manuel Frexes realçou que o PSD está de “alma e coração” com este tema, onde existe um consenso generalizado para o concretizar.

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“É tempo de revitalizar o interior e ao mesmo tempo apoiar o investimento nestes territórios para que, a pouco e pouco, Portugal possa inverter a situação que vive. Queremos um país mais equilibrado, mais bem distribuído, com riqueza mais bem distribuída e também as oportunidades”, frisou.

O presidente da distrital social-democrata disse mesmo que este estatuto fiscal, é talvez o instrumento mais preciso para convencer as pessoas singulares e as empresas a virem e a criarem riqueza no interior.

E recordou que o interior continua a perder população a um ritmo “assustador”, a perder empregos, a envelhecer.

O social-democrata sublinhou que está na hora de pôr cobro às medidas avulsas para os territórios de baixa densidade e sem concretizar, adiantou que as medidas podem ir desde o desagravamento fiscal para pessoas singulares e coletivas, à educação, saúde, fundos comunitários entre outras.

“Queremos criar um código coerente e o mais completo possível para inverter a atual situação”, concluiu.

Agência de Notícias de Portugal

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