Casa do Benfica de Abrantes declarada instituição de Utilidade Pública

A Casa do Benfica de Abrantes foi declarada de Utilidade Pública, emanada por Despacho da presidência do Conselho de Ministros. Na última reunião de Câmara Municipal, realizada no dia 10 de novembro, o presidente Manuel Jorge Valamatos manifestou-se “agradado” com tal reconhecimento.

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O Despacho, datado de 15 de setembro de 2020, realça os serviços à comunidade que o clube presta desde a sua fundação, em 1994, no âmbito do desporto, através da promoção e desenvolvimento de prática de diversas modalidades, em especial o atletismo, futebol, laser run, entre outras. Também destaca a vertente formativa da atividade desportiva.

As iniciativas da Casa do Benfica de Abrantes integram uma forte componente de responsabilidade social, designadamente na sua vertente inclusiva, promovendo e incentivando a prática do desporto por parte de pessoas com deficiência.

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Para Manuel Jorge Valamatos, “isso diz muito daquilo que é o nosso tecido associativo, que é grande em número, mas ainda maior na qualidade do trabalho que árdua e diariamente as nossas associações/coletividades desenvolvem a favor da nossa comunidade”.

A Casa do Benfica de Abrantes é a nº 38 de um universo de mais de 300 casas espalhadas um pouco por todo o mundo, tendo sido distinguida em 2018, na Gala Cosme Damião, com o galardão de Melhor Casa do Ano. Com uma movimentação anual de cerca de 250 atletas, tem obtido vários títulos e prémios nacionais e internacionais.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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