Câmaras de Abrantes e Tomar recebem jovens espanhóis em intercâmbio internacional

Oito jovens espanhóis estão a estagiar nas Câmaras Municipais de Abrantes e de Tomar até ao dia 23 de dezembro no âmbito de um projeto internacional promovido pela FAJUDIS – Federação das Associações Juvenis do Distrito de Santarém -, em parceria com a associação espanhola Obre’t’ebre, denominado “TLN Mobilicat”.

No âmbito do projeto, a Federação distrital dá conta que recebeu no dia 18 de outubro oito jovens catalães e que os mesmos se encontram agora a estagiar, e até dia 23 de dezembro, no Município de Abrantes e no Município de Tomar, através de protocolos celebrados com a FAJUDIS.

Nestas entidades, refere o comunicado, “os jovens têm a oportunidade de aplicarem os conhecimentos adquiridos no decorrer da sua vida académica e de dinamizarem atividades e projetos de acordo com as suas áreas de formação”, para além da oportunidade de desenvolverem capacidades na área do voluntariado e associativismo.

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“A par dos estágios, o intercâmbio pretende proporcionar aos jovens a vivência e conhecimento da cultura Portuguesa, tendo os jovens semanalmente aulas de Língua Portuguesa e visitas a monumentos e espaços emblemáticos dos diferentes concelhos do distrito”, refere a FAJUDIS.

Três dos jovens encontram-se a residir em Abrantes e cinco na aldeia de Cem Soldos, Tomar, onde também colaboram como voluntários com o SCOCS – Sport Club Operário de Cem Soldos.

Apesar da situação pandémica a Federação Distrital não cancelou o intercâmbio, adaptando o programa às medidas necessárias, pode ler-se na mesma nota informativa.

A FAJUDIS, presidida por Miguel Carvalho, dá ainda conta que pretende “continuar a investir e a fomentar o associativismo e a juventude, dentro e fora dos limites geográficos do seu território de atuação, desenvolvendo projetos de âmbito nacional e internacional”.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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