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Sábado, Outubro 23, 2021

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“Bom ano de 2019 a todos”, por Hugo Costa

Escrevo estas linhas nas últimas horas do ano de 2018. Esta é uma altura típica para balanços mas prefiro fazer uma análise prospectiva do próximo ano e dos desafios que, pessoalmente e enquanto comunidade, vamos enfrentar. Vejo especificamente a evolução da nossa sociedade com um sentimento de esperança no futuro e assente no desenvolvimento de que todos estamos a construir uma sociedade melhor.

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O ano 2018 foi, a nível nacional, um ano que devemos considerar positivo a todos os níveis. Mais do que palavras são os dados que o atestam. A economia continua a crescer, o desemprego baixou para mínimos históricos (6,6% e abaixo da média europeia, em 2013 estava nos 16,4%), deu-se a criação liquida de milhares de postos de trabalho e o clima económico e social melhorou. Claro que ainda  há muito a fazer. Contudo, estes números são inquestionáveis e integram as estatísticas do INE – Instituto Nacional de Estatística.

É normal que este clima de melhoria conduza a que muitos (de forma legitima) anseiem mais. É o normal processo de construção de sociedade. A nível mundial, por outro lado, não podia deixar de sublinhar o crescimento dos extremismos e dos populismos. Os agentes políticos dos denominados partidos tradicionais não podem deixar de se questionar. Devem mudar procedimentos, compreender que a sociedade mudou e saber responder a novos desafios como as redes sociais ou as denominadas “fake news” são uma necessidade.

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Exigir procedimentos e comportamentos éticos inquestionáveis por parte de quem está na vida pública é uma obrigação de todos, desde que o seja feito com verdade e não deixando espaços para quem apenas quer atacar a democracia. Novas realidades, exigem novas respostas.

O ano de 2019 em Portugal será um ano decisivo, com três atos eleitorais. As eleições europeias de todos os medos na Europa são, em Portugal, o momento de defesa do modelo social europeu e de uma sociedade mais justa. Sou europeísta mas acredito em instituições europeias democráticas e que não sejam fatores de instabilidade social, com princípios económicos e sociais contrários aos valores fundamentais da Europa.

As eleições regionais na Madeira vão significar uma possível e desejável alternância democrática. Em relação às legislativas, acredito que será uma das últimas grandes oportunidades dos partidos tradicionais. Acredito que com um resultado reforçado, o Partido Socialista continuará as suas políticas de forma justa e solidária. Sem cedências a quem quer estar dentro e fora ao mesmo tempo. Sem cedências a quem só quer ficar com a parte boa da governação e nunca com a má.

Lutarei e trabalharei por esse resultado. Acredito numa sociedade mais justa, livre e solidária. Será uma luta decisiva neste ano e cada um terá que fazer a sua parte. Um bom ano de 2019 a todos.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 36 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

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