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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Bloco de Esquerda manifesta solidariedade para com Arlindo Marques

A distrital de Santarém do Bloco de Esquerda manifestou hoje “total solidariedade” para com o ambientalista Arlindo Marques, alvo de um processo por alegada “calúnia”, lançado pela empresa Celtejo de Vila Velha de Ródão.

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Em comunicado, o BE refere que, “segundo a empresa, Arlindo Marques ao fazer eco das informações, do próprio Ministério do Ambiente que confirmam a Celtejo como grave fonte poluidora, estará a “caluniar” a empresa e reclama uma pesada indemnização”.

Para os bloquistas, “Arlindo Marques tem feito um trabalho exemplar de cidadania denunciando fontes poluidores que são do conhecimento público. Depois de diversas incursões a Vila Velha de Rodão, em 2016 publicou as imagens mostram ao mundo que, no cais daquela vila, a Celtejo, empresa transformadora de pasta de papel, descarrega os seus efluentes com a conivência da autarquia e demais entidades”.

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“Daí para cá, as denuncias de associações, partidos políticos e ambientalistas intensificaram-se, embora, até ver, sem resultados visíveis”, pode ainda ler-se na mesma nota, tendo acrescentado que “a inoperância e passividade do Ministro do Ambiente permite que não sejam resolvidos todos casos detetados nas inspeções do Verão de 2015 e também as que foram publicadas na Relatório de Acompanhamento da poluição de Tejo, em novembro de 2016”.

“Aliás, em vez de impor à Celtejo uma redução da produção para limites compatíveis com a sua capacidade de tratamento de efluentes — como o BE propôs —, em maio deste ano, o próprio Ministério do Ambiente emitiu uma nova licença que “legaliza” o delito, alargando os índices da poluição admissível de forma escandalosamente permissiva”, refere aquele partido político.

“O processo revanchista agora lançado contra Arlindo Marques visa intimidar todos os que cumprem o seu dever de cidadania, ao denunciarem infrações ambientais. Só pode merecer a condenação de todos os cidadãos e cidadãs que defendem um Tejo limpo e um ambiente preservado”, conclui o BE.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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