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Sábado, Julho 31, 2021

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Bispo agradece às Irmãs Doroteias por 75 anos em Abrantes

O Bispo da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, D. Antonino Dias, numa despedida às Irmãs Doroteias da Diocese, deixou um público “profundo reconhecimento diocesano e pessoal”, tendo referido que “a história de Abrantes destes 75 anos não se poderá escrever sem falar da presença e trabalho desta Congregação no seu seio”.

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“Quase 76 anos depois de ter chegado a Abrantes, a Congregação das Irmãs de Santa Doroteia, deixa, por estes dias, de marcar presença nesta nossa Diocese de Portalegre-Castelo Branco. Embora as Irmãs Doroteias se tivessem dedicado a outras áreas de serviço pastoral, foi sobretudo no seu Colégio de Nossa Senhora de Fátima de Abrantes, que desenvolveram a sua missão de evangelizar através do ensino e da educação”, escreveu D. Antonino.

Para a história da cidade de Abrantes, fica a existência deste Colégio de Nossa Senhora de Fátima que, durante mais de sete décadas, foi dirigido pela Congregação das Irmãs de Santa Doroteia que asseguraram um ensino de excelência reconhecido a nível nacional. No final deste ano letivo, o edifício do Colégio de Fátima passou para as mãos da autarquia de Abrantes que irá manter, naquele espaço, a função que cumpriu até aos dias de hoje de educar os abrantinos e muitos outros homens e mulheres, provenientes de todo o país. Naquele espaço, vai surgir o novo Centro Escolar de Abrantes, substituindo a Escola Primária dos Quinchosos e a Escola Nº 2 de Abrantes.

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“Foram muitos anos ao serviço desta causa”, destacou o Bispo Diocesano, tendo feito notar que, tal facto, “tornou-as muito queridas e familiares de muitíssima gente, não só na comunidade envolvente, mas também e sobretudo nas gerações de estudantes que por ali passaram, cresceram e singraram na vida, e por ali continuaram a passar, agradecidas e felizes”.

Tendo feito notar que “tantos anos de presença e de serviço preencherão muitas e belas páginas de bem-fazer que seria bom fossem escritas”, o Bispo da Diocese disse ainda que “a história de Abrantes destes 75 anos não se poderá escrever sem falar da presença e trabalho desta Congregação no seu seio”.

“Manifestamos às Irmãs o nosso mais profundo reconhecimento diocesano e pessoal e auguramos-lhes muitas felicidades ao serviço do Reino de Deus, onde o Senhor da Messe agora as convida a trabalhar”, tendo observado, na mesma missiva, que “várias comunidades de Vida Consagrada que estiveram presentes nesta Diocese, foram deixando de estar, mercê da falta de renovação das mesmas pela carência de novas vocações”.

“Oxalá entendamos estes sinais dos tempos que o Senhor nos dá e sejamos capazes de renovar a confiança no Senhor e de ousar novos caminhos de ação, os caminhos que Ele nos vai apontando. Os tempos que atravessamos desafiam-nos a renovar a confiança no Senhor, a persistir na oração, a não abandonar a ação, com alegria e esperança”, escreveu D. Antonino Dias.

“Obrigado, Irmãs. Que o Senhor vos ajude”, concluiu o Bispo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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