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Domingo, Julho 25, 2021

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BE quer respostas para problemas da Urgência de Abrantes

O deputado do BE eleito por Santarém tem recebido testemunhos sobre a transformação dos corredores das Urgências do Hospital de Abrantes “em salas de observação e em enfermarias”, questionando o Governo sobre as “frequentes ruturas” do serviço.

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“Com a reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo, a Urgência Médico-Cirúrgica foi concentrada na Unidade Hospitalar de Abrantes. Desde então, a afluência de doentes que antes se deslocavam às unidades de Tomar e Torres Nova provoca frequentes ruturas do serviço em Abrantes, pesem embora as sucessivas alterações para ganhar espaço e otimizar recursos”, pode ler-se na pergunta hoje entregue no parlamento pelo deputado Carlos Matias e a que a agência Lusa teve acesso.

Contactado pela Lusa, o conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, disse que “o número de camas que o Centro Hospitalar do Médio Tejo possui, afetas ao Serviço de Urgência, têm sido suficientes para dar resposta à atividade clínica que se tem registado neste serviço”.

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“Contudo, os doentes que necessitam de maior e contínua vigilância permanecem na área de urgência enquanto o seu estado clínico o exige”, acrescenta.

O deputado do BE refere que, “com base em testemunhos de cidadãos e de profissionais que ali trabalham”, confirma-se a “persistência dos problemas e a sua agudização nos últimos dias, em que se tem registado um aumento da afluência”.

Há relatos de que, na quinta-feira “havia cerca de 25 doentes nos corredores, alguns em observação e outros que já deveriam estar internados nos serviços”.

“Corredores que se tornaram pequenos para tantos doentes, visto os serviços nos pisos superiores estarem lotados e a capacidade de internamento estar esgotada”, indica.

O deputado do grupo parlamentar do BE questiona o Ministério da Saúde se tem conhecimento de que nas urgências de Abrantes os doentes se “amontoam” pelos corredores e “quanto tempo vai tardar e como vai ser resolvido este problema”.

O PCP apresentou, por sua vez, um projeto de resolução pela melhoria da qualidade do serviço prestado pelo CHMT, documento que tem como primeiro subscritor o deputado António Filipe, eleito por Santarém.

No projeto, pode ler-se que “o encerramento e a concentração de serviços e valências em nome de uma alegada rentabilização de meios que era anunciada para melhorar o serviço prestado vieram a revelar-se, como repetidamente foi denunciado pelo PCP, pelas comissões de utentes, pelos órgãos autárquicos e pelos trabalhadores da saúde, um verdadeiro desastre, com prejuízos económicos e sofrimentos para os utentes e suas famílias”.

Agência de Notícias de Portugal

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