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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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BE pede esclarecimentos sobre Comissão de Acompanhamento da poluição no rio Tejo

Dois deputados do Bloco de Esquerda (BE) questionaram o Governo sobre a Comissão de Acompanhamento da poluição no rio Tejo e querem saber se esta já entregou o relatório e quais as conclusões.

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Os deputados do BE Carlos Matias e Pedro Soares perguntam ao ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, se já foi entregue o relatório elaborado pela Comissão de Acompanhamento sobre a poluição no rio Tejo e querem saber quais são as suas principais conclusões.

No documento a que a agência Lusa teve hoje acesso, os bloquistas recordam que, em janeiro deste ano, por iniciativa do Ministério do Ambiente, foi criada esta Comissão de Acompanhamento, cuja missão seria avaliar e diagnosticar as situações com impacto direto na qualidade do rio Tejo e seus afluentes e promover a elaboração e execução de estratégias de atuação conjunta.

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“Os trabalhos da Comissão deveriam estar concluídos em junho passado, com a apresentação de um relatório. Mais tarde, o ministro do Ambiente, no decurso de uma audição parlamentar informou que, a pedido dos responsáveis, esse prazo havia sido alargado por mais 90 dias, ou seja, até setembro último”, sustentam.

Neste âmbito, Carlos Matias e Pedro Soares querem saber se o relatório elaborado pela Comissão de Acompanhamento já foi entregue à tutela e quais as suas principais conclusões.

“Se não [foi entregue], para quando se prevê a sua entrega? No caso de já ter recebido o relatório, que intervenções está o Ministério do Ambiente a colocar no topo das suas prioridades de intervenção”, questionam.

Agência de Notícias de Portugal

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1 COMENTÁRIO

  1. Se as comissões fossem pagas pelo trabalho feito, este já estaria feito. A juntar a todas as questões da poluição do Rio Tejo que têm sido denunciadas (e que se mantêm sem solução à vista perante a passividade de todas as instituições pagas pelos prejudicados – as populações locais) resta denunciar também a manutenção da queima de carvão na Central termoeléctrica do Pego. Não é só a poluição ambiental. É a morte lenta da agricultura e das pessoas , com enorme aumento dos casos de cancro, por exemplo, em Ortiga. É tempo de fechar esta Central. A capacidade instalada de produção hidroeléctrica é suficiente para o País.

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