Quarta-feira, Março 3, 2021
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Baja de Portalegre | Vitória para o estreante Nani Roma e campeonato para João Ramos (C/fotogaleria)

Terminou ao final da tarde de sábado mais uma edição, a 32ª, da Baja de Portalegre 500.
Nani Roma/Alex Haro, no Mini JCW Rally da X-Raid (Auto), Sebastian Bühler em Yamaha Wr450F(Motos), Beto Borrego em Yamaha Yfz450R (Quads) e Marco Pereira/Eurico Adão em Can Am Ssv Maverick X3 Xrs (SSV) foram os vencedores absolutos das várias categorias de veículos.

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AUTO

João Ramos sagrou-se Campeão Nacional.

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Nani Roma, a fazer a sua estreia na prova alentejana, obteve uma deliciosa vitória numa prova onde liderou a partir do segundo sector selectivo tendo como único adversário à altura o seu colega na Mini, Stéphane Peterhansel, após a “batida” de Ricardo Porém, obrigado a abandonar. O terceiro degrau do pódio coube a um rápido e consistente Paulo Rui Ferreira (Toyota Hilux).

O título Nacional de TT sorriu a João Ramos (Toyota Hilux) que manteve um interessante duelo com Hélder Oliveira (Mini) que só terminou quando este partiu a transmissão no penúltimo sector. Ramos obteve o quarto posto.

Os restantes candidatos eram Tiago Reis cujos problemas eléctricos no seu Mitsubishi Lancer o impediram de largar no segundo dia, enquanto Pedro Ferreira (VW Amarok) se despistou de manhã, no decurso do SS3.

Pedro Dias da Silva renovou o seu título no Desafio Total Mazda 2018 enquanto o espanhol Jose Luis Pena Campo (Polaris Rzr 1000) obteve o título de vencedor da Taça do Mundo de T3.

MOTOS

Sebastian Buhler estreou-se a vencer na Baja 500.

A Baja deste ano foi proveitosa para as cores da Yamaha já que a marca japonesa alcançou a vitória através de Sebastian Buhler e António Maio revalidou o título de Campeão Nacional.

Buhler, regressado após prolongada recuperação após acidente, conseguiu o feito de inscrever o seu nome no brilhante rol de vencedores voltando a evidenciar um forte andamento e uma vontade férrea de ganhar.

Luís Oliveira venceu o prólogo e o segundo sector mas o colégio de comissários, distribuindo várias penalizações, colocaram Buhler na liderança. Este, no segundo dia, imprimiu um andamento diabólico deixando Bruno Santos (KTM) a cerca de 13 minutos e Martim Ventura (Yamaha Wr250F) quase a um quarto de hora.

Na luta pelo título as atenções estavam centradas em António Maio e Mário Patrão.
António Maio alheou-se da luta pela vitória absoluta, que seria a sétima da carreira e dedicou-se a correr para o título, controlando o andamento de Patrão. O quarto posto na final, com uma queda pelo meio, chegou pois o seu adversário quedou-se pelo sexto lugar.

QUADS

Beto Borrego ganhou nas Quads pela sétima vez em Portalegre.

Beto Borrego atingiu o sétimo triunfo na Baja e fez história. O piloto da Ponte de Sôr era favorito e se no primeiro dia andou a “apalpar o pulso” à concorrência, deixando os louros para Rúben Alexandre, no sábado impôs um andamento tal, que deixou Jacinto Lourenço (Moto Star Tr) a quase dez minutos. Pedro Silva em Yamaha fechou o pódio.
Arnaldo Martins já se sagrara Campeão Nacional na Baja de Idanha-a-Nova.

SSV

Marco Pereira/Eurico Adão foram os mais rápidos no SSV.

Os agora denominados SSV continuam a surpreender pelas listas de inscritos bem recheadas e com nomes sonantes do desporto automóvel. As forças em presença prometiam emoção e não desiludiram. Ao longo da prova houveram três comandantes e alternância na classificação.

Marco Pereira/Eurico Adão em Can Am Maverick levou a melhor e no final arrebatou o lugar mais alto do pódio, estreando-se a vencer na mítica prova alentejana.
Aqui as diferenças foram de segundos…

Vitor Santos/Gregório Pereira (Can Am Maverick X3 Xrs Turbo 18) ficou a 33 segundos e o famoso Dirk Von Zitzewitz, vencedor do Dakar a navegar Giniel De Villiers, ficou a 43 segundos navegado por Andrea Peterhansel.

O quinto lugar de João Monteiro/Manel Pereira chegou para garantir o título de Campeões Nacionais.

FOTOGALERIA:

Fonte: Cronobandeira.
*Com David Belém Pereira (fotos)

Nasceu a 30 de Janeiro de 1961 em Lisboa e cresceu no Alentejo, em Santiago do Cacém. Dali partiu em 1980 para ingressar no Exército e no Curso de Enfermagem. Foi colocado em Santa Margarida e por aqui fez carreira acabando por fixar-se no Tramagal em 2000. A sua primeira ligação à Vila "metalúrgica" surge em 1988 como Enfermeiro do TSU. Munido da sua primeira câmera digital, em 2009 e com a passagem à situação de reserva, começou a registar a fauna do Vale do Tejo, a natureza e o património edificado da região, as ruas, as pessoas... Com colaborações regulares em jornais da região e nacionais este autodidata acaba por conseguir o reconhecimento público, materializado em alguns prémios. Foi galardoado na 8ª Gala de Cultura e Desporto de Tramagal na categoria de Artes Plásticas (Fotografia) em 2013.

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