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Quarta-feira, Janeiro 26, 2022
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Autárquicas/Torres Novas | BE apresenta programa “realista e exigente”

O Bloco de Esquerda (BE) de Torres Novas apresentou na quarta-feira, 13 de setembro, o seu programa eleitoral às autárquicas de 1 de outubro. O objetivo é substituir os socialistas na liderança do município e para tal propõe-se um programa que é “um verdadeiro choque para a mudança” e que “reponha a autoridade do município”, conforme afirmou a candidata, Helena Pinto. Para além das propostas em si, há uma lista de 20 medidas a realizar nos primeiros 100 dias de mandato, onde se inclui a reorganização dos serviços de urbanismo.

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As principais propostas do BE foram apresentadas pelo candidato à assembleia municipal, João Lopes, que salientou ser este um programa que foi sendo construído ao longo dos últimos quatro anos. “Não é um programa feito para eleições”, frisou.

BE promete trazer muitas mudanças ao funcionamento dos serviços municipais. Foto: mediotejo.net

As medidas dos primeiros 100 dias estão relacionadas sobretudo com as posições do BE quanto à gestão socialista, comprometendo-se a resolver a deslocalização da central de camionagem de Valhelhas, a deslocalização da estação elevatória de ribeira Ruiva, aquisição da zona de Rio Frio, a revisão e alteração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) ou a resolução do problema da ribeira da Boa Água e o futuro da empresa Fabrióleo.

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João Lopes mencionou ainda a proposta que todas as reuniões de câmara sejam públicas e transmitidas em direto online, incluindo a assembleia municipal. Uma aposta num novo organograma autárquico, com admissão de pessoal não docente e “uma mudança rápida nos serviços do urbanismo” de forma a resolver a “inércia” instalada. Organizar orçamentos ajustados às receitas e iniciar procedimentos de diversa ordem para requalificar a Casa do Povo de Riachos, reabilitar campos de futebol, criar umas piscinas de verão, combater a degradação do centro histórico são outras das propostas a implementar no imediato.

O BE quer também, entre outras propostas, classificar as margens do Almonda como “paisagem protegida”, a fim de influenciar medidas concretas de preservação do rio; retomar o projeto de aquisição da Quinta de São Geão para a construção de um parque urbano; apostar no futebol de formação; organizar um Pacto Desportivo entre todas as associações desportivas; concluir o ginásio de Riachos; aumentar a dotação financeira das filarmónicas para 500 euros; procurar um melhor relacionamento com os concelhos vizinhos.

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João Lopes defenderia ainda a fusão das sub-regiões do Médio Tejo com a Lezíria, salientando que estão não têm “escala” nem pessoas para serem duas regiões separadas. “O Médio Tejo tem metade da população de Sintra”, destacou,

Helena Pinto reiterou algumas das propostas já apresentadas, defendendo ser este um programa “realista e exigente”. Um “choque para a mudança” que quer voltar a credibilizar o município torrejano.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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