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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Autárquicas | Vítor Moura (PSD) quer ‘Acordar Abrantes’, atrair investimento e fixar pessoas

Com o lema ‘Acordar Abrantes’, o empresário Vítor Moura, 68 anos, candidato do PSD à Câmara Municipal, definiu como objetivo principal da sua ação o “combate à perda de população” tendo apontado “o investimento privado” como solução. José Moreno é o cabeça de lista à Assembleia Municipal pelo PSD, partido que concorre a 9 das 13 freguesias do concelho.

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“A população do nosso país caiu 2 % na última década e a do meu concelho 12.5%, ou seja, cinco vezes mais”, disse o cabeça de lista do PSD à Câmara de Abrantes, tendo criticado a atuação das sucessivas maiorias do PS nos executivos em Abrantes nos últimos 28 anos ao afirmar que “os abrantinos estão adormecidos enquanto os anos vão passando, embalados pelos socialistas que se passeiam pelos corredores do poder como se a Câmara e a maioria das juntas de freguesia fossem uma coutada sua”.

No contexto nacional, notou, “Abrantes não é um concelho pobre nem uma terra esquecida e isolada do interior de Portugal, tendo referido que no território “não faltam estradas nacionais, autoestrada, linhas férreas, rios, albufeira, água, lindas paisagens, agricultura, floresta, pastorícia e tradição industrial”, estando em Abrantes “a empresa que mais fatura e a segunda que mais exporta” no distrito de Santarém.

PSD apresentou candidatos à Câmara Municipal de Abrantes, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, além dos seus mandatários. Foto: mediotejo.net

Segundo afirmou o candidato, que apresentou as suas equipas de candidatos no sábado, no Alto de Santo António, e que se estreia na corrida a eleições autárquicas, “o concelho de Abrantes tem, ainda assim, mais população que os concelhos de Bragança, Portalegre ou Beja, que são capitais de distrito” tendo defendido que “o que falta aos abrantinos é libertar Abrantes do poder do PS para suster a dramática perda de população, travar a saída dos jovens que saem para estudar e já não voltam, e atrair quem venha de fora, portugueses e estrangeiros”.

Vitor Moura discursa ladeado pelo nº 2 à CM Abrantes, Diogo Valenti, e por Fernanda Aparício, que concorre em 3º lugar. Foto: mediotejo.net

Vítor Moura frisou que “é esse o desígnio do PSD” [suster a perda de população] tendo referido que “a solução número um” passa pelo “investimento privado”, apoiado pelo investimento público.

“O indispensável investimento público deve infraestruturar, apoiar, cuidar, garantir o bem-estar das pessoas e instalar e cuidar as empresas para que o investimento privado aqui aporte”, afirmou, tendo defendido que “é o investimento privado que produz, que cria riqueza, que exporta, que dá lucros, que reinveste, que cria emprego”, e que “faz crescer e desenvolver Abrantes”.

Tendo feito notar que “ninguém escolhe morar onde não há trabalho”, o militante do PSD disse, assim, que “o segundo mote da candidatura é Desenvolver Abrantes Sustentável”, tendo apontado ainda a “coesão, inovação, e ambiente” como questões centrais.

VIDEO: INTERVENÇÃO VITOR MOURA, CANDIDATO PSD À CM ABRANTES:

Vítor Manuel Piedade Moura tem 68 anos, empresário, é natural e residente em Abrantes, “sem experiência do exercício de cargos políticos ou de associativismo de relevo”, é membro da comissão política concelhia do PSD e concorre a eleições pela primeira vez.

“A situação atual do país, e em particular de Abrantes, chama-me a participar ativamente na vida coletiva da minha terra”, afirmou.

José Moreno Vaz, 63 anos, funcionário bancário aposentado, é o candidato do PSD à Assembleia Municipal de Abrantes, anunciou o partido, que concorre a nove das 13 freguesias deste município.

Além de Vítor Moura, cabeça de lista à Câmara Municipal, o PSD anunciou os nomes de Diogo Valentim, Fernando Aparício e João Gonçalves Teodoro nos lugares seguintes da lista candidata ao executivo.

À Assembleia Municipal, a secundar o cabeça de lista José Moreno, surgem os nomes de João Paulo Rosado, de Cristina Andrade, e de João Fernandes, tendo sido anunciada uma aposta na juventude e o nome de João Morgado como exemplo de jovens membros integrantes da lista.

José Moreno Vaz, 63 anos, funcionário bancário aposentado, é o candidato do PSD à Assembleia Municipal de Abrantes. Foto: mediotejo.net

O PSD concorre, assim, a nove das 13 assembleias de freguesia do concelho, tendo anunciado que João Salvador é o candidato à União de Freguesias (UF) de Abrantes e Alferrarede, João Morgado concorre à UF de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, Marina Alagoa à freguesia de Fontes, José Rocha concorre à freguesia de Mouriscas, António Moutinho avança à UF de Alvega e Concavada, João Miguel Cravo à freguesia de Tramagal, José Freitas a Martinchel, Filipe André à freguesia de Carvalhal, e Álvaro Paulino recandidata-se a um terceiro mandato à frente da UF de Aldeia do Mato e Souto.

O Partido Social Democrata, que não concorre às Assembleias de Freguesia de Bemposta, Pego, Rio de Moinhos e UF de São Facundo e Vale das Mós, elegeu em 2017 um vereador, tem quatro deputados na Assembleia Municipal (AM) e venceu na União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, cujo presidente, que concorre a um terceiro e ultimo mandato, tem assento também na AM por inerência do cargo que ocupa.

O empresário José Cruz Bartolomeu é o mandatário da candidatura do PSD. A diretora de campanha é Anabela Matias e José Rocha o mandatário financeiro.

Além de Vitor Moura, pelo PSD, os candidatos anunciados até hoje em Abrantes são João Chaleira Damas, pela CDU, Manuel Jorge Valamatos, atual presidente, que concorre pelo PS, Armindo Silveira, atual vereador, é o candidato do BE, e Vasco Damas é o cabeça de lista do ALTERNATIVAcom.

Nas anteriores autárquicas, em Abrantes, o PS elegeu cinco elementos para o executivo, e o BE e o PSD elegeram um vereador cada.

As eleições autárquicas estão agendadas para o dia 26 de setembro.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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