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Sábado, Outubro 16, 2021

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Autárquicas | César Grácio candidata-se pelo PSD à Junta de Freguesia de Sardoal

César Grácio volta a candidatar-se pelo PSD à Junta de Freguesia de Sardoal. O atual presidente da Filarmónica União Sardoalense afirma ter aceitado o convite do Partido Social Democrata com “muita honra” notando que mais uma vez aceita o “desafio” para o qual considera “estar à altura” num “exercício de cidadania”.

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O nome do candidato foi apresentado na Assembleia do PSD, que teve lugar no passado dia 12 de maio, e foi aprovado por unanimidade.

César Grácio é um empresário sardoalense de 44 anos, orgulhoso das suas raízes. Tem, desde sempre, uma estreita ligação ao associativismo no Sardoal, nomeadamente enquanto músico.

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Diz que se candidata “por amor à terra” onde nasceu e cresceu, “não só enquanto cidadão, mas também como empresário”. E é num “gesto de gratidão” que avança com esta candidatura no sentido de “retribuir à minha terra tudo aquilo que me permitiu alcançar”.

Para César Grácio, a Freguesia de Sardoal “merece ser uma referência na região, enquanto lugar de bem viver, bem-estar e de desenvolvimento”, propondo-se por isso “ao trabalho” que “fará acontecer” com “elevação, seriedade e responsabilidade”.

Os objetivos da sua candidatura passam por “reforçar o bairrismo, as tradições e o orgulho de viver” na Freguesia de Sardoal.

Recorda-se que César Grácio candidatou-se ao mesmo cargo pelo mesmo partido nas eleições autárquicas de 2017 mas o ato eleitoral determinou como vencedor Miguel Alves, eleito pelo Partido Socialista.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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