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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Autárquicas | “Bom senso sem megalomanias” é a promessa do PS para Torres Novas

O PS de Torres Novas apresentou ao final da tarde de sexta-feira, 30 de julho, as suas listas aos órgãos autárquicos para as eleições de 26 de setembro. Os socialistas atualmente gerem a Câmara, têm a maioria na Assembleia e foram eleitos em nove das 10 Freguesias. Para o próximo ato eleitoral, repetem-se os nomes de Pedro Ferreira ao município e de José Trincão Marques à Assembleia Municipal, mas há alterações nos candidatos às freguesias. Da lista para o executivo liderado por Pedro Ferreira sai Carlos Ramos. 

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Depois de apresentar o seu cabeça de lista do início do mês, Pedro Ferreira, o PS de Torres Novas reuniu cerca de 150 pessoas no jardim do Almonda Parque para dar a conhecer as restantes caras que se candidatam aos órgãos autárquicos, sob o lema “Competência Proximidade e Dedicação”.

José Trincão Marques repete a candidatura a presidente da Assembleia Municipal, cargo que assume atualmente. No seu discurso apontou a renovação geracional das listas, a diversidade de género, de profissões e de experiências de vida.

Trincão Marques manifestou ainda a sua fé em Pedro Ferreira e na sua equipa, que “sem egocentrismo”, quer governar “com bom senso, sem megalomanias”. Consideraria por tal que há todas as condições para não só o PS ganhar em Torres Novas como aumentar o número de mandatos.

Nas juntas e uniões de freguesias há algumas novidades. Para Assentis, a única freguesia gerida por um movimento independente, o candidato socialista é Tiago Pereira. Na Chancelaria repete a candidatura Alfredo Antunes. Na Meia Via uma novidade, com a substituição de Lígia Santos por José Couteiro. Paulo Simões repete a candidatura ao Pedrógão. Em Riachos há outra novidade, com a substituição de José Júlio Ferreira por Pereira Jorge. O mesmo sucede na união de Olaia e Paço, onde Nuno Godinho substitui Hélder Rodrigues.

Nas restantes freguesias mantêm-se as mesmas caras: Manuel Júnior repete a candidatura a Brogueira, Parceiros de Igreja e Alcorochel; Júlio Clérigo a São Pedro, Lapas e Ribeira Branca; Pedro Morte a Santa Maria, Salvador e Santiago; João Cassis a Zibreira. 

Na sua intervenção, Pedro Ferreira repetiu as ideias já expostas a 5 de julho, sublinhando a vontade de aproveitar ao máximo os fundos europeus que estão a chegar para investir em Torres Novas, criando mais emprego e oportunidades para os jovens e preparando o município para as alterações climáticas. Da parte de Torres Novas, frisou, há 80 milhões de euros em projetos apresentados à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. 

A equipa mantém-se quase inalterada, com destaque porém para a saída de Carlos Ramos (atual vereador a tempo parcial) e a sua substituição por João Trindade. A Luís Silva, Elvira Sequeira e Joaquim Cabral juntam-se Sónia Sousa e Mafalda Borralho.

“Votem”, terminou Pedro Ferreira, “foi uma conquista tão importante da liberdade”.

Para o presidente da distrital do PS, Hugo Costa, o partido não tem dúvidas quanto à vitória de Pedro Ferreira. “O PS sabe que cada um tem o seu tempo”, sendo que “na política é tão importante saber entrar como saber sair”, afirmou, numa referência à candidatura do antigo presidente socialista, António Rodrigues, agora candidato num movimento independente. 

 

As contas podem complicar-se em Torres Novas devido à incógnita que representa o peso que terá António Rodrigues na votação final. Pedro Ferreira candidata-se a um terceiro mandato com várias obras realizadas e outras em curso, mas Rodrigues tem um passado de 20 anos à frente do concelho, com várias concretizações. Entre os dois há uma luta que opõe carisma a empatia. 

Também é desconhecido o impacto da candidatura de Helena Pinto (BE), que ficou a poucos votos do PSD-CDS nas eleições de 2017 e tem tido um crescimento gradual nas intenções de voto torrejanas. À direita, uma cara nova, Tiago Ferreira (PSD-CDS), está a tentar marcar posição, e a CDU leva Nuno Guedelha, que tem experiência na Assembleia Municipal e quer recuperar o lugar perdido na vereação. 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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